06/11/2015

Oi gente, tudo bem?

Ufa, esse blog anda meio parado né? Mas eu vim falar pra vocês que existem motivos especiais pra isso. Estou estabelecendo prioridades na minha vida pra não me sobrecarregar com tantas obrigações.

Quem me acompanha nas redes sociais já deve ter percebido que tenho procurado aliar saúde física juntamente com a saúde mental. E eu vim contar pra vocês a minha experiência com o Yôga.

Yoga-Image
Porque afinal de contas, todos nós sabemos que quem manda em tudo é a nossa mente. Um corpo consciente, além de mais saudável tem muito mais jogo de cintura, sabedoria e serenidade para lidar com as adversidades da vida.
Desde o ano passado, depois de tantas turbulências e altos e baixos com a dieta, e uma rotina que consumia toda a minha energia e me deixava esgotada, eu estava à procura de algo que me tranquilizasse o coração e a alma.
Sou cristã, criada desde cedo no catolicismo com uma família praticante na doutrina, mas a fé em dias melhores não estava sendo suficiente para acalmar essa loucura que vivemos hoje.
Queria algo que fosse capaz de esvaziar a minha “caixa de pensamentos”. Há tempos já eu tentava fazer alguns exercícios de meditação, mas fazer isso sozinha é mais difícil do que eu poderia imaginar.
Eu sou extremamente curiosa, adoro leitura e experimentar novas coisas. E gosto de tudo que fala de conexão do nosso corpo com os elementos naturais do nosso mundo.
Numa viagem para o nordeste em 2012, tive meu primeiro contato com o Yôga. Na época eu achei uma atividade sem graça e ao fim da aula eu pensei: “Deus me livre, isso não é pra mim. Muito chato, parado, não tem movimento”. Tolice minha, mas naquele momento eu estava em outra vibe. Eu era uma pessoa que tinha acabado de sair do sedentarismo, e estava preocupada apenas com a minha forma física, queria emagrecer e fazia qualquer tipo de atividade que me mostrasse que eu realmente estava queimando calorias, e então meu negócio era correr, pular corda, essas coisas que também dão energia, mas de uma outra forma.
O yôga não me cativou na época, porque que acredito que era para outra fase da minha vida, especialmente a que vivo hoje.
Todo esse meu percurso nos últimos 4 anos, mudar de vida, deixar de ser de sedentária, emagrecer, fazer uma nova faculdade, cuidar da casa, e ainda me sentir na obrigação de fazer tudo certo, acabou me estressando, e este ano eu senti na pele os efeitos de uma pessoa com muitas responsabilidades “surtando” com tantas cobranças de si próprio. É horrível!
Tive mais problemas por causa de uma vida barulhenta e cheia de regras e obrigações do que eu poderia prever.
No final de 2014, eu tive meu segundo contato com o Yôga, ja tentando baixar um pouco o stress que já estava vivendo, procurei uma escola específica na prática aqui na minha cidade. Depois de ler bastante sobre o assunto, fui até lá experimentar, mas naquele momento de coração aberto e com muita vontade de me entregar. E a energia fluiu completamente diferente daquela primeira vez, e eu definitivante me apaixonei.

A promessa então para 2015 era era começar a prática la no início, em janeiro e novamente claro, as obrigações da vida cotidiana não me permitiram fazer o que eu queria.Até que depois de ter uma crise séria de stress que tive há poucos meses, eu resolvi parar tudo e procurar ajuda, e dentre outras coisas que mudei na minha vida, enfim entrei para o yôga. No primeiro dia eu até chorei, haha, mas isso diante da situação que eu estava vivendo era até normal. E então eu decidi ficar.

Estou  descobrindo um mundo novo com a prática, muito contente e satisfeita e me perguntando afinal os motivos de não ter iniciado antes. Se bem que, hoje já entendo que tudo tem o seu tempo.

Vocês já viram o quanto as pessoas que praticam essa atividade tem alegria e serenidade? Pois é exatamente assim que você se sente quando pratica yôga. Você continua inserido no mundo normal com as suas atividades e obrigações, mas consegue controlar suas reações diante das situações inesperadas.
É como se você tivesse vendo o problema de fora, e não inserido nele sem saber que decisão tomar. Você consegue raciocinar sem se desesperar, e é tudo que eu queria.
Claro que isso não é mágica né? Depende de cada um, do quanto se entrega, do quanto está disposto a melhorar os aspectos da sua vida e aos poucos vamos evoluíndo gradativamente.

Os benefícios do Yôga são inúmeros e eu poderia escrever um post gigantesco, mas conforme eu for descobrindo e me aprofundando no assunto aos poucos vou contando a minha experiência pra vocês.
Em breve trago mais informações.
 

 

Um grande bju pra todos vocês!
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