10/04/2016

Oi galera, tudo bem?

Eu conheço muita gente que perdeu bastante peso mudando os hábitos alimentares e praticando atividade física. Assim como eu, pessoas que um dia viraram uma chave na vida e resolveram mudar aquilo que não o fazia feliz.
Algumas pessoas sofreram com a obesidade a vida toda, outras apenas estiveram com sobrepeso, outras que engordaram apenas numa situação difícil que passaram na vida. E o que TODAS elas tiveram que fazer foi sair da zona de conforto e buscar uma mudança no estilo de vida pra poder ver o resultado que queriam.

sanfona

O fato é que, a grande maioria mesmo fazendo as coisas direito, sem dietas restritivas e sem loucuras, depois de um tempo, quando estavam próximos do seu objetivo não conseguem mais ir adiante, não chegando onde queriam e pior ainda, engordando novamente em muitos casos. Na maioria das vezes recuperam até metade do peso que eliminaram quando não chegam bem próximos do que eram.

Já pararam pra se perguntar por que isso acontece?
Bom, no meio deste caminho aí tem muitos motivos pra isso acontecer. Um deles é o fato de restringirmos muitos alimentos por muito tempo os alimentos considerados “lixos” para os praticantes da vida saudável. Eu acredito que restringir completamente os alimentos tidos como proibidos, não permitindo nem de vez em quando uma escapada, pode no futuro despertar a compulsão alimentar. Tive muitas discussões sobre isso na faculdade e ainda não foi comprovado cientificamente, mas existem estudos que falam que passar muito tempo em restrição pode despertar um desequilíbrio quando a pessoa volta a “experimentar” determinadas coisas e isso está ligado ao emocional também.

Outra coisa que eu acho que pode levar a isso é o sentimento de não querer mais “ser diferente” em relação a alimentação. E vou explicar essa teoria baseada na minha experiência pessoal. Chegou um momento da minha vida que eu simplesmente “cansei” de me esforçar tanto pra tentar emagrecer os últimos 3 kg que eu tinha colocado como meta para mim. Eu simplesmente dizia não para qualquer coisa que eu imaginasse que não era um alimento saudável, carregava minhas marmitas para todo lado, treinava em todos os momentos possíveis para uma pessoa com rotina de Trabalho/academia/faculdade/dona de casa. Fazia tudo que era possível pra caminhar (gastar energia), até que comecei a me estressar com essa rotina, simplesmente porque eu não emagrecia mais uma grama. Estagnei e fazia tudo certo, numa loucura de exigir de mim mais do que meu corpo estava suportando, então comecei a pensar o seguinte: Pra que estou judiando tanto de mim desse jeito, se o resultado que quero não está aparecendo? Quer saber, quero ser normal como qualquer pessoa, quero experimentar um pedaço de bolo que um colega leva no trabalho, quero dormir até mais tarde no domingo já que acordo de madrugada a semana inteira, quero ter o direito de não ir pra academia no dia que tenho uma cólica que está me matando. Quero ser um ser normal, com o qualquer pessoa. E foi aí que pra mim, as exceções viraram regra, eu perdi o controle da situação, tive compulsão alimentar durante um ano inteiro e engordei 7 dos 9kg que havia emagrecido no início dessa jornada rumo a vida saudável.

Passei pela luta novamente no ano passado e havia emagrecido apenas 3 kg, mas então entendi que essa loucura para nós mulheres nunca vai acabar. Hoje sou mais consciente, menos paranoica e mais “normal” em relação a tudo isso.
Sei que tive um ano difícil em 2014 por conta da mudança de casa, reforma do apartamento novo, e por muitos outros motivos pessoais que me deixavam ansiosa e estressada. E é claro que esses últimos itens tiveram o maior peso em tudo isso.

Mas então já se passou mais um ano e eu ainda estou justificando meu aumento de peso naquela época? Claro que sim, porque eles não se foram totalmente, só que hoje, tenho a noção que meus esforços foram direcionados para outras milhares de coisas que no momento são sim mais importantes do que manter um peso que eu coloquei na minha cabeça ser o ideal. Tenho poucos meses para o final da minha faculdade, estou fazendo estágio, relatórios, TCC, e continuo trabalhando 8 horas por dia no trabalho que sempre tive. Somando tudo isso, quer dizer que eu trabalho 14 horas por dia, e ainda tenho minha rotina pessoal normal de dona de casa e outras coisas que todo ser normal que não vive de lifestyle precisa fazer. Pensa bem se seria mesmo saudável eu pirar por causa de dieta e porque não consigo frequentar a academia como antes?

O que quero concluir com tudo isso, é que aquela motivação do início, em algum momento passa, e acaba sendo substituída por algum projeto mais importante na sua vida, seja por alguma coisa no trabalho, na vida pessoal, profissional. Mudanças que vão temporariamente te direcionar para outro objetivo, e acredito que é isso que nos faz mudar o foco. E quando você transfere o foco da sua vida para outra coisa, é exatamente nisso que você vai ter mais sucesso.

Quer dizer então, que você está falando que ou eu me dedico a vida inteira para isso, ou nem adianta começar porque em algum momento isso “vai quebrar”, e eu vou engordar tudo outra vez?

Não é bem assim, pode ser que você consiga sim ser disciplinado o bastante para nunca deixar isso acontecer, ou que nunca aconteça nada tão intenso na sua vida, a ponto de de desestabilizar e elevar seu estress fazendo você querer desistir da sua rotina intensa.

Ou pode ser que você está apenas atravessando uma fase que outra área da sua vida mereça mais um tiquinho da sua atenção e que assim que tudo isso passar, você vai voltar pra sua rotina de treinos e dieta equilibrada. A boa notícia é que você já conhece o caminho, e agora mais maduro saberá o que funciona, que talvez a restrição completa não te fará bem, que de vez em quando você vai querer dormir mais um pouquinho, e que terá semana que estará completamente motivado e em outras nem tanto. Muito bem, você é um ser humano normal, e com certeza as fases que passamos na vida são um grande aprendizado, e em cada momento haverá um objetivo e uma dedicação para isso.

É importante não esquecer que saúde nem sempre está ligada ao peso, que a gente deve na verdade buscar de forma equilibrada praticar uma atividade física e comer alimentos saudáveis na medida do possível. Mas a cobrança a si próprio pra ser magro e saudável também pode te desestabilizar emocionalmente e isso também é prejudicial. Então é só refletir, que momento você está hoje na sua vida? A resposta dirá quando algo passou de prazeroso para sofrimento, e na minha opinião, o que te faz sofrer deixou de ser saudável.

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  • 17/02/2015

    Oi gente, tudo bem por aí?

    Como vocês sabem eu não viajei no carnaval e aproveitei pra descansar, e olha isso eu realmente fiz viu? Teve um dia que dormi 12 horas direto. Ahhh que delícia!


    O problema é que dei uma abusada na alimentação, porque resovi não me apegar a isso, queria mesmo era ficar “de pernas para o ar”.
    Sábado passei o dia fora, fui na Santa Ifigênia atrás de umas coisinhas aqui pra casa e um acessório pra melhorar nossos vídeos do CANAL (depois eu conto). E mais tarde, neste mesmo dia fomos até São Bernardo na rua Jurubatuba. Quem mora por aqui no ABC já deu uma passadinha lá pra ver quanta coisa linda?

    Dá vontade de levar tudo e decorar a casa toda. Mas calminha né? Uma coisa por vez. Bom, o fato é que como saimos muito cedo de casa eu estava apenas com o café da manhã e por volta das 3 horas da tarde fomos à uma padaria lá perto pfra comer um lanche.

    Eu me rendi então à um x salada, simmm, e eu nem me lembro a última vez que eu tinha comido um lanche desses.
    Tava gostoso sim e eu comi sem dó. Então depois de esperimentar uns 50 sofás, finalmente achamos aquele pra chamar de nosso o/. Entre as negociações e tudo, saímos da loja mais de 8:30 da noite. Já em casa, mortos de cansados, fomos de novo da praticidade: PIZZA.

    No dia seguinte no café da manhã, meu estômago não estava muito legal, fui de tapioca com queijo e até aí ok.

    Um pouco mais tarde, como já parecia que estava tudo bem e eu estava novamente envolvida com outros afazeres nem me preocupei de novo com o que ia comer, a fome veio e eu comi de novo a pizza que sobrou do dia anterior.

    Quem me acompanha no INSTAGRAM e FACEBOOK, viu que meu café da tarde foi um bolo delicioso que meu marido fez.

    Nosso forno chegou e queríamos estrear com um bolo pra ver se estava funcionando direitinho. Depois quando a cozinha tiver pronta eu faço um post sobre as minhas impressões da diferença do forno elétrico pra o a gás tá?

    Pois continuando, fomos ao cimema e veio então aquela pipoca LOTADA de manteiga, juntamente com um balde horroroso de refrigerante zero (credo como pode ser tão ruim), mas ok, nem tomamos a metade e foi sem querer que meu marido perguntou, pode ser coca zero? Eu lá entretida na conversa com a minha prima respondi que sim, e depois nos arrependemos, porque refrigerante já é bem ruim, e esses de cinema cheio de gelo então, eu heim, que horror! Nem tomamos.

    Já em casa, estávamos com fome e como era muito tarde, só nos restou de novo pedir mais uma pizza.

    Bom, na segunda feira de carnaval, eu acordei com uma dor insuportável de estômado, daquelas que você nem aguenta olhar pra comida, e o pior de tudo, meu intestino estava preso de tanta porcaria que comi.
    Meu corpo respondeu bem mal a isso, e foi então que lancei mão de uma dieta mais branda.

    Tínhamos um churrasco pra ir, e eu acabei desistindo, a ressaca das porcarias não me deu ânimo, além da dor, e eu preferi ficar deitada.

    Comi tapioca, tomei algumas xícaras de chá de hortelã  (que ajuda na digestão), e fiz uma sopa de legumes bem leve para comer no almoço, que vou ensinar a receita depois aqui.

    O que levei de tudo isso?

    Comer bobagens é uma delícia e é saudável pra mente, porque a gente não se tortura quando foge a regra. Mas passar mais de dois dias somente com essa dieta sem nada a agregar para quem tem uma alimentação saudável é horrível, muda todo o funcionamento do corpo e ele responde como pode né? Dores de estômago, intestino preso, enfim, é preciso desitoxicar o coitadinho pra ajudá-lo a se recuperar.

    Tem um post AQUI e outro AQUI  onde dei dicas de uma dieta leve e nutritiva pra ajudar o corpitcho a se recuperar.
    Fique ligado que o próximo post teremos a receita da sopa, e vamos juntos que o carnaval já tá quase acabando, vamos nos preparar pra voltar a rotina sem maiores danos né?

    bjus

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  • 26/12/2014

    Olá pessoal, tudo bem por aí?

    E depois de passar um lindo Natal, com muita festa, amor e claro, muita comilança, o que fazer com a dieta?

    Passar o dia a água não dá né gente? Minha dica é para escolherem alimentos mais leves, como legumes, verduras e frutas para ajudar o corpo a recuperar seu estado normal, e renovar as energias porque afinal de contas, ainda temos mais uma festa de Reveillon para enfrentar. E é super normal dar uma exagerada, principalmente para que gosta de umas bebidinhas alcoólicas.

    O corpo precisa e pede por uma pausa. Tomar sucos e chás ajuda a liberar as toxinas e mandar embora a ressaca.


    Fazer uma caminhadinha ou alguma atividade também é ótimo pra acordar o corpo aos poucos. Se possível, escolha carnes mais leves como peixes e evite industrializados ou alimentos gordurosos.

    Tem receita de suco verde AQUI, pra você tomar logo pela manhã e ajudar o corpo a se reestabelecer.

    E se você está pretendendo relaxar, que tal ir até um parque ou a praia se você estiver viajando e próximo ao mar, sente-se como na foto abaixo, agradeça a Deus pelo dom da sua vida, pelas bençãos que recebestes este ano e respire lentamente, sentindo a paz e o amor invadindo seu corpo e mandando embora toda tristeza, raiva ou sentimento negativo. Sinta o vento ou o mar levando tudo isso embora e uma invasão de felicidade, saúde e alegria.

    *imagens do google

    Um grande bju
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  • 20/12/2014

    Olá queridos, tudo bem?
    Acho que desde o ano de 2012, quando iniciei a minha reeducação alimentar, nunca fui tão descontrolada com a minha alimentação como neste ano de 2014.
    Tudo começou com muitas jacadas já no início do ano e o desespero e arrependimento batendo fundo logo após, e a promessa de que no dia seguinte seria diferente #soquenão. Em seguida, depois de muito brigar comigo mesma por não ter me controlado diante de uma barra grande de chocolate, eu resolvi aceitar que o período de restrição que passei quando fiz reeducação alimentar, havia despertado em mim aquela compulsão.

    Decidi então acatar a ideia de um docinho todos os dias e entender essas escapadas como algo normal na dieta. O que funcionou muito bem, pois me permitindo comer um pedacinho, a vontade de comer doces aos poucos foi sendo cessada. No meio do caminho troquei de academia e voltei a treinar com vontade, e isso também me ajudou a dar mais pique pra manter a dieta, além é claro, da serotonina inibir a vontade de comer bobagens. Nesta época eu já havia ganhado uns 2 quilinhos, mas mesmo assim estava me sentindo ótima.

    Estava tudo indo bem, até que chegou o período das provas finais, juntamente com a reforma do apartamento novo. A data da mudança se aproximando, e neste momento a única saída que tinha era deixar a academia, porque o período entre o fim do expediente no trabalho e o horário da prova é o único momento que tenho para estudar. E essas provas eram as últimas do semestre, e eu tinha que passar logo pra não ter que ficar de exame e adiar ainda mais as férias.
    E foi neste momento ali estudando pras provas que a dieta foi pro espaço. Eu não levava nenhum lanche, nem comida, visto que por causa do tempo escasso no fim de semana, não estava mais cozinhando e quase nem mesmo indo ao supermercado. Almoçava na rua, no restaurante de quilo, e até me saía bem nas escolhas, o problema maior eram os lanches intermediários. E quando chegava na faculdade à tarde, eu e as meninas estudando feito loucas, pirávamos nas balinhas de gelatina daquelas bem azedas, salgadinho, coxinha, pão de queijo, sorvete, açaí e muitas porcarias. Em aproximadamente um mês e meio engordei de 2 a 3 kg. Cheguei em dezembro cerca de 5 quilos a mais do meu pelo habitual.
    Eu sempre prego que não devemos nos basear em ninguém, e não nos comparar com qualquer outra pessoa. O importante mesmo é olhar no espelho e gostar do que vê. E definitivamente, olhar no espelho e ver as minhas bochechas muito “fofas”, inclusive diminuindo o tamanho dos meus olhos e ver um “papo” tomando forma no meu rosto, ME INCOMODA.
    Quando você não se sente bem porque pro seu gosto não está bom, aí sim acho que é hora de fazer algo. E não porque o mundo inteiro está pregando a magreza.
     As calças apertadas na cintura e a leve dificuldade em vestir suas próprias roupas, na minha opinião, é o motivo de injeção de ânimo pra modificar as coisas, porque quando não estamos contentes, precisamos tomar atitude pra melhorar, seja lá o que for na nossa vida.
    E daí o que me resta? Lamentar e chorar? Fazer uma dieta restritiva e me matar na academia? NADA DISSO! Eu vou apenas voltar a minha rotina saudável, que aliás, já iniciei assim que me instalei na casa nova. Voltei a cozinhar comida de verdade, mesmo no improviso ainda (pq a cozinha ainda não está pronta) e abri mão novamente dos industrializados. Nada de novo, nada de milagres. Apenas fazendo o que deve ser feito. Uma das coisas que meu marido e eu estamos programando fazer com frequência é pedalar. Nesta nova casa podemos guardar nossas bikes. Antes de me mudar, elas ficavam na casa do tio do meu marido, porque não tinha lugar em casa pra elas. Toda vez que queríamos andar, tínhamos que ir lá buscar, limpar e encher o pneu, e só de pensar em tudo isso dava muita preguiça. Rs
    Agora pretendemos pedalar semanalmente durante as férias, e acho que já será suficiente para recuperar meu peso habitual.
    Com tempo em casa para cozinhar a noite também, tudo fica mais fácil, e ano que vem, só terei aula duas vezes na semana, o que vai facilitar ainda mais a minha rotina, principalmente no que diz respeito ao sono, que é uma das coisas mais importantes pra saúde, que neste ano  realmente foi um quesito que ficou a desejar na minha vida.
    Eu gosto muito de dormir e tenho essa necessidade, mas na maioria das noites, exceto pelo final de semana, dormia cerca de 4:50 horas por noite, isso me deixava esgotada e atrapalhava qualquer tipo de planejamento e evolução com dieta e exercícios. Quando estamos estressados, os níveis de cortisol são elevados no sangue, o que provoca retenção de liquido e consequentemente aumento de peso também.
    Quis fazer este post pra vocês saberem que até quem gosta de levar um estilo de vida saudável tem problemas como qualquer um, a não ser que sua vida gire especificamente em torno disso, como pregam as celebridades fitness. As dificuldades do dia a dia e a rotina puxada podem sim atrapalhar mesmo quem sabe o que deve ser feito e quem gosta de levar esse estilo de vida. É tudo questão de planejamento e escolha, e como eu disse, resolvi focar em outras coisas naquele momento, porque eram sim mais importantes. Penso que meu corpo agradeceu essa “relaxada”. Agora estou renovada e com muita vontade de começar outra vez, num pique total de iniciar um ano novo esquecendo tudo que ficou pra trás, com muita alegria e coragem.
    Quem aí tá afim de iniciar um ano diferente? Vem comigo, vamos fazer muitas receitinhas juntos e nos divertir com as novas descobertas gastronômicas J

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  • 22/10/2014

    Toda mudança começa com uma pontinha de incômodo dentro de nós. É quando parece que tudo deveria estar fluindo, mas não está.
    Sabe, a gente faz tudo como manda o figurino, estuda, trabalha, economiza, encontra um amor pra chamar de seu, e aí, a hora que tudo se ajeita, parece que tem alguma coisa fora do lugar? Foi assim que eu percebi que após o casamento, quando a poeira pós-festa sentou, eu comecei a engordar.
    E por que será que isso aconteceu? Bom, eu já contei aqui e aqui todo esse processo. No final das contas arregacei as mangas e fui atrás de mudar aquilo que não estava me deixando feliz. Porque é somente isso que nós queremos, ser feliz!

    Se a imagem refletida no espelho não te agrada, levante e mude isso. Se o seu trabalho não te da aquela vontade de levantar e sair da cama, vá e faça algo pra mudar isso.
    Você acredita no seu potencial? Sim, todos vamos dizer que sabemos que somos capazes de qualquer coisa. Deus nos deu saúde física e mental pra que pudéssemos realizar maravilhas na nossa vida.
    Mas sem querer, e as vezes nos comparando com o outro, achamos que nossa capacidade não é tão aflorada, ou não temos conhecimento suficiente para fazer aquilo também.
    O que devemos entender é que os feitos cabíveis a cada um de nós, só pertence a nós mesmos. Por isso insisto tanto em evitar de nos comparar com a mulher da revista, ou a celebridade fitness do instagram. A vida de cada um tem seu curso e suas realizações.
    Emagrecer é uma decisão que só cabe a nós mesmos, assim como decidir o futuro profissional. O que você quer pra sua vida?
    Eu iniciei pela mudança física, depois encontrei uma atividade que me fazia feliz, daí quis fazer outra faculdade, e então decidi ter esse blog, queria compartilhar coisas legais, e hoje, cada vez mais quero mostrar como podemos mudar certas coisas que não nos satisfazem mais. O blog hoje me traz ainda mais aprendizado, tenho aos poucos melhorado as fotos, a escrita, inclusive a capacidade de ter interesse por ferramentas de imagens e até aprofundar os dotes culinários. Eu sempre tive um pezinho na área de criação, sabia que tinha um pouco disso mas não sabia usá-la. Eu sempre soube também que meu lugar nunca seria numa agencia de publicidade. Daí parecia que isso tudo ficava preso aqui. Hoje eu tenho esse espaço, totalmente meu pra falar do quiser, e usar minhas fotos, criações, fazer meus pratos, enfim, externar toda essa coisa que parecia sufocada aqui dentro.
    Eu tenho certeza que se eu tivesse corrido para o caminho do marketing, me especializando nisso, seria só mais perdida no meio de gênios da área, sempre tentando chegar próxima ao talento de alguém. Isso é duro, e feio, mas é assim que funciona no mercado. Alguns nascem com esse talento nato, outros ficam se matando pra tentar chegar perto daquilo que entendem como perfeito, e por mais que se esforcem, no meio do caminho vem alguém com uma ideia muito melhor, e a pessoa se frustra.
    Não tô dizendo pra ninguém desistir do sonho, ao contrário, continue lutando, mas busque a sua realização, o seu feito. Não fique tentando se comparar com o outro. O sucesso é resultado do seu esforço, mas principalmente sobre aquilo que você acredita.
    Seja na dieta, na carreira, sua referência, deve ser sempre você mesmo. Porque amanhã com certeza, você será melhor que hoje.
    Olhe pra dentro e encontre a sua inspiração!

    Um bju
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  • 24/09/2014
    Continuando o post de ontem, que você pode ler aqui. Vou falar sobre algumas coisas que aprendi pra ser uma pessoa menos consumista, administrar melhor as contas e até economizar.
    *imagem google

    São pequenas medidas que adotei na época que precisava parar de gastar para poupar e comprar a nossa casa, já que resolvemos dar um passo adiante e nos casar. E foi um aprendizado importante, que levo na prática até hoje. Por exemplo:
    – Ninguém ganha tão pouco que não consiga poupar ao menos 10% do seu salário;
    – Planejar as compras evita gastos desnecessários e falta de controle;
    – Tenha sempre uma planilha com os seus gastos fixos mensais e sempre anote também os extras do mês;
    – Dê uma olhada nesta planilha de vez em quando para saber se está passando muito do limite;
    – Não ande com muitos cartões de crédito na bolsa, tenha somente um, a não ser que seu salário supere o limite de todos eles juntos e que você goste e queira mesmo gastar;
    – Se o período é de restrição total, e economia pra comprar algo mais caro como um carro por exemplo, e você tem que juntar dinheiro, cancele-os ou peça para alguém guarda-los pra você e não entregar por determinado tempo ( minha mãe fez isso pra mim uma vez); 
    – Se não consegue controlar-se diante de uma vitrine, o jeito é evitar estar perto delas, use seu tempo livre para fazer algo mais interessante que ir ao shopping. Por exemplo, vá passear no parque ou visitar um amigo;
    – Evite coisas que instigam seu “ser consumista”, quem aí não tem uma tia ou vizinha que venda Natura, Avon, Mary Kay, roupas, lingeries e bijoux, e creminhos importados? Todo mundo tem alguém perto incentivando você a comprar, e o pior fazer dívidas, pois essas pessoas ainda vendem pra você pagar só depois. E as vezes a desculpa que damos é que compramos “pra ajudar”. Não faça isso, porque ninguém vai te ajudar a pagar depois.
    – Pare de ver sites e revistas que instigam o consumismo. Eu adoro blogs de moda, leio vários, e apesar de hoje saber que o propósito deles é nos fazer comprar, eu olho as novidades, mas vejo por curiosidade e não para sair correndo e comprar aquilo que a blogueira está falando. Esse tipo de coisa não me aguça mais. Vejo certas combinações de roupas e adapto para a minha realidade. Se eu gosto de um batom da MAC, e a VULT fez um semelhante, e eu achar que aquela cor é diferente de tudo que eu já tenho, e ainda assim eu me apaixonar muito, compro o similar que custa menos de R$10,00 entende? Isso é só um exemplo bobo, mas na realidade é assim que funciona. Graças a Deus, hoje em dia temos muitas blogueiras que nos apresentam opções possíveis;
    – Aprenda a fazer as unhas em casa e secar seu próprio cabelo. Isso eu faço desde muito antes de saber economizar, mas ainda tem muita gente que só consegue lavar o cabelo no salão, acho um gasto muito desnecessário;
    – Aprenda a controlar seu desejo pelo lançamento tecnológico da vez. Todos os anos a Apple lança um modelo novo de Iphone e Iped, e a Sansung faz a mesma coisa com o Galaxi e Tablet. É louco ver o tanto de gente na fila pra conseguir um desses aparelhos que normalmente não são tão mais sensacionais assim em comparação ao modelo anterior. Como eu não entendo de tecnologia, pode ser que alguém aqui lendo isso ache que eu sou uma idiota e não sei o que estou falando, mas a grosso modo, os pouquíssimos recursos a mais transformam esse produto no alvo do momento e com um preço 3 vezes mais caro do que ele deveria mesmo custar. Sinceramente, é algo que eu acho que pode e deve ser evitado. Quem sabe se todo mundo pensasse assim, as empresas abusariam menos do consumidor e vendessem tudo a um preço mais justo;
    – Seja mais básico pra se vestir. Isso evita que tenha que comprar muitas coisas para combinar com peças “esquisitas” ou mega coloridas e assim gastar ainda mais;
    – Mantenha um guarda roupa organizado e com peças de boa qualidade, assim você saberá exatamente o que tem pra usar e não precisa ficar renovando e gastando pra repor as roupas de má qualidade que logo estragam, desbotam ou encolhem. Muitas vezes o barato sai caro; (você pode ler mais sobre este assunto aqui).
    – Comer bem não é sinônimo de pagar caro. Comida gostosa também pode ser preparada em casa, com carinho e qualidade também. Ir ao supermercado, escolher os ingredientes e preparar um jantar romântico com simplicidade e mais atenção aos detalhes da decoração da mesa por exemplo, pode ser uma alternativa bem mais barata e simples para uma comemoração a dois;
    – A TV a cabo é muito cara no nosso país, infelizmente. É bom fazer o balanço se você fica em casa tempo suficiente para aproveitar todos os canais. Hoje em dia temos pacotes como Netflix que por um preço bem mais em conta você tem milhares de filmes e séries disponíveis pra ver. Claro, quem não tem uma TV Smart terá que ver no computador ou tablet, mas ainda assim, acho que pode ser um esforço válido. Ou ainda ver um pacote bem básico com os canais que você mais gosta e deixar pra lá os de filmes e esportes que normalmente são os que mais encarecem a fatura;

    – A conta de telefone também pode ser um fantasma. Hoje em dia, quase ninguém mais usa o telefone pra falar. Temos os aplicativos como whatsApp e redes sociais e a maioria dos pacotes, inclusive pré-pago te dão a opção mínima do plano com internet. O 3G ainda não é dos melhores, mas quebra um galho. Dependendo do quanto você anda pagando de conta, reduzir inclusive a internet pode ser uma boa opção, já que infelizmente as empresas só dão uma boa internet pra quem tem plano caro, no entanto, acho um abuso pagar um plano caro pra falar, sendo que quase não usamos o celular para ligação, apenas para ter uma boa internet. O negócio é se contentar com um 3G meia boca mesmo, mas reduzir o gasto e pagar um preço justo. Eu fiz isso e não me arrependo;
    Que eu me lembro, essas são as coisas que fizeram diferença, quando resolvi ser uma pessoa mais econômica e controlada.
    E ainda hoje, penso melhor como vou gastar meu dinheiro. Assim tenho uma relação mais nítida com compras, consumismo e necessidade. 
    Cada vez mais eu tenho maturidade para lidar com a parte econômica, e esse equilíbrio é fundamental para a paz dentro de um lar.
    Eu acho que saber usar o dinheiro, é fundamental para não deixar ele te usar!
    Conta pra mim nos comentários o que você faz pra melhorar sua vida econômica também. Pode ser uma dica valiosa! E eu vou gostar muito de saber 😉
    bjus
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  • 23/09/2014
    Oi gente! 
    Este assunto será dividido em dois posts, para que o tema seja melhor detalhado. Sendo que no segundo, vou dar algumas dicas de economia que foram valiosas pra mim, me mostrando o melhor caminho para se economizar e quem sabe pode ajudar você também! 
    Primeiramente gostaria de dizer que tornar-se menos consumista é um trabalho que leva um tempo, que pode ser meses ou até anos. A gente vai diminuindo as coisas aos poucos, e pode ter alguma época da vida que “cansamos” de economizar e chutamos o balde, vamos até o shopping e gastamos de uma única vez, muito mais do que planejamos.
    *imagem google

    Isso é normal. Daí vem o parcelamento no cartão de crédito e novamente você com uma bendita fatura, impedindo a sua vida financeira de fluir normalmente. Digo isso porque se você faz uma compra parcelada em 6 meses, dependendo do que foi, antes mesmo de terminar de pagar já estragou ou já precisa ser substituído. Um claro exemplo disso são roupas e sapatos. Passamos metade de um ano pagando uma coisa que tem vida útil curta. Por isso comprar esse tipo de coisa parcelada realmente não é um bom negócio.
    Quando eu tinha 18 anos e comecei a trabalhar, eu simplesmente não ligava pra nada disso, tinha cartão de crédito de mais de duas bandeiras, de lojas de departamento diversas e ainda naquela época se usava cheque também.
    Eu não tinha limites pra gastos, a não ser o do cartão mesmo rs, e pior não ganhava o suficiente pra pagar todas aquelas coisas, mas eu não tava nem aí. Queria mesmo era comprar tudo que via na minha frente.
    Eu já disse neste post aqui que a minha maior paixão eram sapatos. E nem me importava se eu ia usar pouco ou muito, se machucavam ou não, e se tinham boa qualidade, eram bonitos, eu apenas comprava. Sem contar que toda semana tinha uma roupinha nova pra “balada de sábado”.
    Final do mês aquelas faturas consumindo tudo que eu tinha e eu sempre embaralhada em contas e mais contas. No fim do ano o décimo terceiro só servia para ajeitar as contas, e no ano seguinte esse ciclo todo se repetia.
    A ideia de controlar os gastos e finalmente me livrar de dívidas só veio com a decisão de casamento. Pra comprar um apartamento, dois jovens precisam mesmo aprender a controlar os gastos e poupar. Se eu tivesse feito isso desde o início da minha vida profissional teria sido muito mais fácil, tanto para juntar o dinheiro pra pagar parte da entrada do apartamento, quanto porque não sofreria pelo período de abstinência sem poder comprar nada.
    Pra que desse certo, tudo se foi, carro, cartões quebrados, fundo de garantia, economias de tudo, comida, cinema, vestuário, lazer em geral.
    É um período que você aprende “na marra” que deveria ter poupado um pouquinho a vida toda e que não deveria comprar tantas coisas assim, fazendo dívidas parceladas.
    Ninguém consegue poupar dinheiro se não parar de gastar. Veremos no post de amanhã algumas dicas que foram fundamentais no meu processo de aprendizagem econômica.

    Até mais…bjus
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  • 11/09/2014

    Bom, neste post aqui, eu falei o quanto o minimalismo estava fazendo sentido na minha vida. 
    Então quer dizer que vou viver com o que cabe em uma mochila e ser feliz? Hahahaha claro que não.
    Eu acho que ainda estou bem longe de me considerar uma pessoa minimalista de verdade, mas certos conceitos de qualquer ideia podem fazer parte da nossa vida, independente se você se considera uma pessoa daquele meio ou não.
    Os blogs minimalistas me ensinaram muito principalmente sobre organização. Da casa, do guarda roupa, do desapego e de várias coisas que podem fazer muito bem a gente.
    Já repararam que nós mulheres temos a mania de abrir o guarda roupas e dizer que não temos nada pra vestir? E neste momento o marido olha e vê um armário abarrotado e responde: “Como não tem nada, se está cheio de roupas aí?”.
    Pois é bem isso, as vezes está cheio de roupas inúteis, que não servem mais, que precisam de conserto, que não gostamos mais, que não combinam mais com a nossa personalidade, que saíram de moda, que fazem a sua cabeça ficar confusa de manhã ao ter que se vestir pra trabalhar e sentir como se nada daquilo fosse seu, e que dá vontade de jogar tudo fora e comprar tudo novo.
    Seria até legal se pudéssemos fazer isso assim tranquilamente, mas e o dinheiro pra comprar tudo novo de uma hora pra outra? Não é bem a realidade da maioria né?
    A melhor coisa pra saber exatamente o que você tem, é selecionar aquilo que você realmente usa e o restante repensar se há tanto tempo parado ali, ainda vai ter alguma utilidade. Se não tiver, por que não doar?
    “Ah, porque eu não tenho dinheiro pra comprar outras, e eu ainda posso precisar disso”. Pode acreditar, mesmo que você não compre outras, você não vai usar mais essas roupas.
    Se desfazer de coisas inúteis melhora vários aspectos do nosso cotidiano.
    Ter um armário com menos roupas, vai simplesmente mostrar o que você realmente tem para vestir.
    Vou enumerar aqui 11 vantagens de se ter menos:
    1) De manhã ao abrir o armário e pensar no que vestir, não há muito para se preocupar, as opções que você tem são claras e objetivas;
    2) Quanto menos você tiver, mais poderão ficar expostas e a ideia de combinações flui muito melhor;
    3) Você saberá e poderá observar tudo que tem, como na arara de uma loja, não haverá coisas escondidas por baixo de outras;
    4) As gavetas permanecerão muito mais organizadas;
    5) Você conseguirá vestir tudo que tem, desta forma, não pensará que gastou inutilmente seu dinheiro com uma peça que nunca veste;
    6) A limpeza e circulação se torna mais fácil e frequente;
    7) Você terá menos preguiça de guardar suas roupas após passadas;
    8) Você sentirá satisfação ao olhar seu armário e ver que você evoluiu em relação a isso, e não se sentirá mais uma pessoa consumista;
    9) Passará a planejar suas compras e, portanto, não vai mais gastar seu dinheiro com roupas inúteis.
    10) Você também se sentirá menos pressionado a sempre variar seu vestuário, andar na moda ou coisas do tipo;
    11) Com uma menor variedade, também poderá investir em peças de melhor qualidade que terão melhor caimento, durabilidade e consequentemente se sentirá melhor vestido.
    Sabe aquele ditado que diz que qualidade é melhor que quantidade? Pois é bem isso que se resume essa nova visão.
    Além do mais, parece que nos libertamos do consumo das vitrines, passamos a entender e nos vestir melhor com menos. Incrível isso, não acham?
    Pois se antes eu me frustrava por não poder comprar a loja inteira quando lançavam a coleção de troca de estação, e me sentia pressionada a adquirir a calça da moda, hoje eu me sinto livre e feliz por não ter essa obrigação.
    Se eu gosto muito de uma coisa, vou comprar claro, e vou usá-la, isso é impressionante. Passado o tempo, quando eu enjoar, me desfaço dela sem nenhum remorso ou arrependimento e vivo assim com mais liberdade e sem frustrações ao me vestir.
    bjus

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  • 04/09/2014

    De vez em quando eu recebo uma mensagem de alguém, carinhosamente me perguntando porque eu sumi das redes sociais. E realmente eu fico muito feliz e lisonjeada em saber que minhas postagens fazem falta.
    Na verdade eu morro de vontade de poder postar todos os dias no instagram e facebook principalmente, momentos que vejo que tenho algo importante pra falar. Seja sobre dieta, seja uma dica ou qualquer coisa assim.
    Mas durante muito tempo eu fiz um esforço danado pra conseguir conciliar o trabalho, a casa, a faculdade, o blog e ainda as redes sociais.
    E são essas, as redes sociais que roubam a maior parte do nosso tempo sabiam?


    Você entra, despretensiosamente para postar algo, daí seu feed de notícias te chama pra ver uma foto, e outra e outra, e quando você percebe está ali há mais tempo do que havia planejado.
    Sem contar no WhatsApp, hoje em dia temos tantos grupos diferentes, do trabalho, da escola, da família, de amigos, e se você entra apenas para dar um bom dia, não consegue mais sair.

    As redes sociais de fato roubam muito tempo da nossa vida real. E quando você percebe que isso está acontecendo, é porque já está surtando com tantas coisas acumuladas que pretendia fazer e não conseguiu.
    Foi partindo desse princípio que comecei a desconectar-me um pouco.

    No início, é muito estranho, parece que está faltando algo, e você tem a sensação de estar perdendo alguma coisa que está acontecendo.
    Esse fenômeno já é tema de estudo e foi publicado no New York Times com a sigla FOMO (fear of missing out), ou o “medo de ficar de fora”.

    A cada momento que estamos conectados e vendo as coisas que as pessoas estão fazendo e compartilhando, achamos que curtir, comentar é como se participássemos daquilo.
    Só que na verdade, não estamos participando. Estamos muitas vezes imaginando nossa imagem naquela praia, naquele restaurante ou balada que alguém acabou de publicar. E isso acaba consumindo nossa realidade.

    Sem perceber estamos inseridos num mundo virtual e a nossa realidade, nossos projetos, nossas coisas estão ficando “paradas”, se acumulando e quando você finalmente desconecta, o real está ali, nú e crú te esperando. E pior, se eram obrigações e coisas que deveriam ter sido feitas, dá muita raiva de si mesmo por ter perdido seu tempo.
    Você começa a ter a sensação de que enquanto todo mundo tá fazendo coisas legais, você tá cheio de obrigações chatas pra concluir e que a sua vida é uma droga.
    Só que a vida de todo mundo é cheia de coisas “chatas” também. Mas todo mundo sempre posta só um momento legal, inclusive você mesmo.

    É hora então de parar, refletir e desconectar-se um pouco da vida virtual. Se temos tantas coisas pra realizar e se cada obrigação que cumprirmos, significa que teremos mais tempo livre à frente para viver nossa vida real. Assistir um filme, fazer uma caminhada, visitar um amigo, cozinhar uma coisa legal, tomar um café ou ler um bom livro.

    O dia só tem 24 horas, e temos que fracionar o tempo das coisas para que possamos fazer tudo que gostaríamos. Se as redes sociais consumirem esse tempo de lazer, quando é então que vamos viver de verdade e fazer aquele tanto de coisas que cansamos de ver os outros fazendo e se divertindo?
    Isso só vai acontecer quando desligarmos. Desta forma, conseguimos organizar melhor a nossa rotina e finalmente viver.

    Minha dica é: DESCONECTE-SE e viva o que há de melhor. E fique tranquilo se no início tiver a impressão do “fomo”, é perfeitamente normal. Depois de enfrentar isso, verá que na verdade era bem o contrário. Quando estava inserido o tempo todo no mundo virtual, estava perdendo algo aqui do lado de fora! 😉

    Um bju

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  • 03/09/2014
    Pois é, eu sempre fui uma pessoa um pouco organizada (digo pouco porque não era extremamente), e nunca gostei de ver coisas espalhadas pela casa. Saía enfiando tudo dentro dos armários e gavetas para me sentir melhor.

    Acho que herdei um pouco isso da minha mãe que além de tudo, tem uma leve fissura por limpeza, e eu que sempre reclamei da forma como ela fazia isso na casa dela, trouxe muito disso tudo pra minha.
    Primeiro de tudo, eu sempre morei em casa, mas ao me ver num apartamento de 62m², tive que aprender a otimizar espaços e doar muita roupa e sapato todas as vezes que uma peça entrava.
    O fato é que mesmo fazendo esse trabalho ao menos 4 vezes ao ano, muita coisa continuava lá e o pior, sem uso.
    Todas as vezes que eu arrumava o guarda roupa, ia embora no mínimo 3 sacolas grandes de coisas, mas mesmo assim eu continuava achando que ainda tinha muita coisa ali. Queria ver o espaço mais aberto, até pra poder escolher melhor as coisas que tinham e também porque a minha meta era ver a cor do fundo do guarda roupas (parece louco isso, mas sonho em ver) rs.
    Com a decoração da minha casa não era muito diferente, as paredes todas brancas, exceto pela parede atrás da TV que é um verde clarinho, e uma bege em relevo na sala de jantar, que já foi herdada dos antigos donos. Eu não mexia muito na cor da casa, porque apesar de achar bonito e alegre eu tinha medo de enjoar, e gosto de claridade, de luz, de tons pastéis.
    Acho meio claustrofóbico um ambiente com muitos objetos grandes e lustres enormes e muitos quadros e mesinhas pra bater as canelas.
    Eu achava que não tinha mesinha de centro pelo meu espaço em casa, mas agora eu sei que é porque eu realmente gosto de espaço e prefiro menos, a mais.
    E quando isso começou a entrar em outras áreas da minha vida, parei pra pensar porque essa necessidade estava tão aflorada em mim. Minha mochila de sair todos os dias com roupa de academia, chinelos para tomar banho, necessárie com sabonete para o corpo, para o rosto, perfume, cadernos (sim as vezes mais de um), maquiagem, sapato, além de estar detonando as minhas costas, percebi que poderia reduzir tudo aquilo e me livrar de coisas. Um sabonete basta para tomar banho na academia, o de rosto eu uso só em casa. Um caderno pequeno para todas as matérias basta, aquilo é só anotação, e em casa eu poderia passar para um caderno maior, e assim eu ainda estaria estudando.
    O sapato na mochila, totalmente desnecessário, deixo dois pares na gaveta do trabalho e ando o tempo todo de tênis. Eu não preciso mesmo carregar um sapato diferente todos os dias.
    A maquiagem, bom essa foi um caso a parte. Durante muito tempo eu me maquiava até no metrô (quando conseguia sentar), ou saia de casa atrasada para não ir de cara lavada. E os brincos, bijous, tenho caixinhas cheias deles, mas sempre comprava uma coisa nova e usava até enjoar e depois ficava lá encostado até eu comprar mais.
    Comecei a deixar pra me maquiar no trabalho, assim eu não saio atrasada de casa, e uso o básico, protetor solar, corretivo e rímel, e as vezes um lápis. Batom e blush ou apenas um protetor labial. Comprei os menores possíveis e também não carrego mais isso pra cima e pra baixo, deixo lá, e faço essa maquiagem em 4 minutos. Depois da academia não passo de novo, dali vou pra faculdade (de cara lavada sim) e depois para casa. Enfim, simplifiquei as coisas. E nos dias que não tô afim, não faço maquiagem nem no trabalho e passo o dia todo coma cara que Deus me deu. E no início, as vezes porque não deu tempo, ou porque não tava afim mesmo, e eu ficava achando estranho e me sentindo feia, agora, nem acho mais.
    Na minha cozinha nunca foi diferente, receita boa pra mim é a que fica pronta logo. Eu adoro cozinhar, mas não gosto de ficar horas lá na cozinha. Faço coisas de nível fácil e é por isso que nem preciso ter muitos equipamentos.
    Quando casei, ganhei muita coisa graças a Deus, e muitas delas nunca usei, são travessas grandes e que só serviriam para uma família grande. Lá em casa, é difícil receber muita gente para almoços, então tem muitas coisas guardadas. Algumas eu já doei, mas ainda tem muitas coisas lá que tô louca pra mexer.
    Essa ideia de reduzir as coisas não deixa mais o meu pensamento. E sabe de uma coisa? Eu estou tão feliz assim! Quando consigo doar mais alguma coisa e saber que tem um espaço sobrando, sinto como se tivesse me desfazendo de algo que estava me atrapalhando.
    A simplicidade está abrindo muitos espaços na minha vida, coisas que estavam me impedindo de ser realmente o que sou, e agora estão tendo utilidades de verdade para outras pessoas.
    Vou voltar aqui com post pra vocês enumerando as pequenas atitudes que tomei  em casa e que estão abrindo espaço para a felicidade entrar! J

    bjus
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