10/04/2016

Oi galera, tudo bem?

Eu conheço muita gente que perdeu bastante peso mudando os hábitos alimentares e praticando atividade física. Assim como eu, pessoas que um dia viraram uma chave na vida e resolveram mudar aquilo que não o fazia feliz.
Algumas pessoas sofreram com a obesidade a vida toda, outras apenas estiveram com sobrepeso, outras que engordaram apenas numa situação difícil que passaram na vida. E o que TODAS elas tiveram que fazer foi sair da zona de conforto e buscar uma mudança no estilo de vida pra poder ver o resultado que queriam.

sanfona

O fato é que, a grande maioria mesmo fazendo as coisas direito, sem dietas restritivas e sem loucuras, depois de um tempo, quando estavam próximos do seu objetivo não conseguem mais ir adiante, não chegando onde queriam e pior ainda, engordando novamente em muitos casos. Na maioria das vezes recuperam até metade do peso que eliminaram quando não chegam bem próximos do que eram.

Já pararam pra se perguntar por que isso acontece?
Bom, no meio deste caminho aí tem muitos motivos pra isso acontecer. Um deles é o fato de restringirmos muitos alimentos por muito tempo os alimentos considerados “lixos” para os praticantes da vida saudável. Eu acredito que restringir completamente os alimentos tidos como proibidos, não permitindo nem de vez em quando uma escapada, pode no futuro despertar a compulsão alimentar. Tive muitas discussões sobre isso na faculdade e ainda não foi comprovado cientificamente, mas existem estudos que falam que passar muito tempo em restrição pode despertar um desequilíbrio quando a pessoa volta a “experimentar” determinadas coisas e isso está ligado ao emocional também.

Outra coisa que eu acho que pode levar a isso é o sentimento de não querer mais “ser diferente” em relação a alimentação. E vou explicar essa teoria baseada na minha experiência pessoal. Chegou um momento da minha vida que eu simplesmente “cansei” de me esforçar tanto pra tentar emagrecer os últimos 3 kg que eu tinha colocado como meta para mim. Eu simplesmente dizia não para qualquer coisa que eu imaginasse que não era um alimento saudável, carregava minhas marmitas para todo lado, treinava em todos os momentos possíveis para uma pessoa com rotina de Trabalho/academia/faculdade/dona de casa. Fazia tudo que era possível pra caminhar (gastar energia), até que comecei a me estressar com essa rotina, simplesmente porque eu não emagrecia mais uma grama. Estagnei e fazia tudo certo, numa loucura de exigir de mim mais do que meu corpo estava suportando, então comecei a pensar o seguinte: Pra que estou judiando tanto de mim desse jeito, se o resultado que quero não está aparecendo? Quer saber, quero ser normal como qualquer pessoa, quero experimentar um pedaço de bolo que um colega leva no trabalho, quero dormir até mais tarde no domingo já que acordo de madrugada a semana inteira, quero ter o direito de não ir pra academia no dia que tenho uma cólica que está me matando. Quero ser um ser normal, com o qualquer pessoa. E foi aí que pra mim, as exceções viraram regra, eu perdi o controle da situação, tive compulsão alimentar durante um ano inteiro e engordei 7 dos 9kg que havia emagrecido no início dessa jornada rumo a vida saudável.

Passei pela luta novamente no ano passado e havia emagrecido apenas 3 kg, mas então entendi que essa loucura para nós mulheres nunca vai acabar. Hoje sou mais consciente, menos paranoica e mais “normal” em relação a tudo isso.
Sei que tive um ano difícil em 2014 por conta da mudança de casa, reforma do apartamento novo, e por muitos outros motivos pessoais que me deixavam ansiosa e estressada. E é claro que esses últimos itens tiveram o maior peso em tudo isso.

Mas então já se passou mais um ano e eu ainda estou justificando meu aumento de peso naquela época? Claro que sim, porque eles não se foram totalmente, só que hoje, tenho a noção que meus esforços foram direcionados para outras milhares de coisas que no momento são sim mais importantes do que manter um peso que eu coloquei na minha cabeça ser o ideal. Tenho poucos meses para o final da minha faculdade, estou fazendo estágio, relatórios, TCC, e continuo trabalhando 8 horas por dia no trabalho que sempre tive. Somando tudo isso, quer dizer que eu trabalho 14 horas por dia, e ainda tenho minha rotina pessoal normal de dona de casa e outras coisas que todo ser normal que não vive de lifestyle precisa fazer. Pensa bem se seria mesmo saudável eu pirar por causa de dieta e porque não consigo frequentar a academia como antes?

O que quero concluir com tudo isso, é que aquela motivação do início, em algum momento passa, e acaba sendo substituída por algum projeto mais importante na sua vida, seja por alguma coisa no trabalho, na vida pessoal, profissional. Mudanças que vão temporariamente te direcionar para outro objetivo, e acredito que é isso que nos faz mudar o foco. E quando você transfere o foco da sua vida para outra coisa, é exatamente nisso que você vai ter mais sucesso.

Quer dizer então, que você está falando que ou eu me dedico a vida inteira para isso, ou nem adianta começar porque em algum momento isso “vai quebrar”, e eu vou engordar tudo outra vez?

Não é bem assim, pode ser que você consiga sim ser disciplinado o bastante para nunca deixar isso acontecer, ou que nunca aconteça nada tão intenso na sua vida, a ponto de de desestabilizar e elevar seu estress fazendo você querer desistir da sua rotina intensa.

Ou pode ser que você está apenas atravessando uma fase que outra área da sua vida mereça mais um tiquinho da sua atenção e que assim que tudo isso passar, você vai voltar pra sua rotina de treinos e dieta equilibrada. A boa notícia é que você já conhece o caminho, e agora mais maduro saberá o que funciona, que talvez a restrição completa não te fará bem, que de vez em quando você vai querer dormir mais um pouquinho, e que terá semana que estará completamente motivado e em outras nem tanto. Muito bem, você é um ser humano normal, e com certeza as fases que passamos na vida são um grande aprendizado, e em cada momento haverá um objetivo e uma dedicação para isso.

É importante não esquecer que saúde nem sempre está ligada ao peso, que a gente deve na verdade buscar de forma equilibrada praticar uma atividade física e comer alimentos saudáveis na medida do possível. Mas a cobrança a si próprio pra ser magro e saudável também pode te desestabilizar emocionalmente e isso também é prejudicial. Então é só refletir, que momento você está hoje na sua vida? A resposta dirá quando algo passou de prazeroso para sofrimento, e na minha opinião, o que te faz sofrer deixou de ser saudável.

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  • 26/12/2014

    Olá pessoal, tudo bem por aí?

    E depois de passar um lindo Natal, com muita festa, amor e claro, muita comilança, o que fazer com a dieta?

    Passar o dia a água não dá né gente? Minha dica é para escolherem alimentos mais leves, como legumes, verduras e frutas para ajudar o corpo a recuperar seu estado normal, e renovar as energias porque afinal de contas, ainda temos mais uma festa de Reveillon para enfrentar. E é super normal dar uma exagerada, principalmente para que gosta de umas bebidinhas alcoólicas.

    O corpo precisa e pede por uma pausa. Tomar sucos e chás ajuda a liberar as toxinas e mandar embora a ressaca.


    Fazer uma caminhadinha ou alguma atividade também é ótimo pra acordar o corpo aos poucos. Se possível, escolha carnes mais leves como peixes e evite industrializados ou alimentos gordurosos.

    Tem receita de suco verde AQUI, pra você tomar logo pela manhã e ajudar o corpo a se reestabelecer.

    E se você está pretendendo relaxar, que tal ir até um parque ou a praia se você estiver viajando e próximo ao mar, sente-se como na foto abaixo, agradeça a Deus pelo dom da sua vida, pelas bençãos que recebestes este ano e respire lentamente, sentindo a paz e o amor invadindo seu corpo e mandando embora toda tristeza, raiva ou sentimento negativo. Sinta o vento ou o mar levando tudo isso embora e uma invasão de felicidade, saúde e alegria.

    *imagens do google

    Um grande bju
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  • 20/10/2014

    Oi amados!

    Como foi o fim de semana por aí?

    Aqui foi “corridaço”, mas deu pra enfrentar assim…sorrindo!

    Sabadão, foi dia de corre corre entre o novo apartamento, e as lojas de móveis. Resolvemos que se encontrar um orçamento legal, vamos fazer ao menos os móveis da cozinha.


    É por isso que eu falo que a internet ajuda demais, os blogs então, nem se fala!
    Pesquisando daqui e dali, descobrimos lojas que queremos passar bem longe, que tem consumidor muuuito insatisfeito, que pagaram os móveis a vista e há mais de um ano ainda não receberam os móveis. Podem imaginar que pesadelo dessas pessoas?

    Por isso, estamos fazendo com muita calma, e nem sempre o melhor preço é o que vai te fazer feliz né? Por isso, muita calma e paciência nessa hora.

    A propósito, os pisos e revestimentos já chegaram, e olha só a palinha que vou dar da minha cozinha pra vocês:).

    Isso vai ser um mosaico, somente na parede da pia, e eu tô apaixonada por ele. Comprei essa cor mais neutra pra poder ousar um pouquinho na cor dos armários.
    Vocês gostaram?

    Eu não sei como é o nível de ansiedade de vocês, mas não vejo a hora de estar na minha rede na varanda. Estou feliz demais que vou ter o céu pra olhar, uma das coisas que mais sinto falta na minha casa hoje, pois tem um prédio bem em frente o meu, o que me deixa sem visão.
    Por enquanto a bagunça está assim.

    Depois de perambular muito por aí… entre uma viagem e outra…

    Fomos parar no fim da noite, varados de fome, num restaurante japonês, afinal merecemos!

    E essa sou eu ao fim do dia, detonada, me enconstando pelas paredes. Mas, mesmo assim, muito feliz!

    Domingão, o dia seguiu na mesma vibe, corrida. Umas coisas pra fazer em casa pela manhã. Uma pausa pro lanche rápido.

    E eu gravei um vídeo pro canal, afinal eu estou sim tentando ser melhor com o pessoal que me acompanha por lá. E essa semana vocês terão mais um vídeo…ehhhhh!

    Tivemos um almoço em família, e tava muuuito calor. Os termômetros marcaram 34°C, e não vejo nada melhor que uma rasteirinha, aliás, estou vendo que neste verão, e com tantas coisas para resolver, elas serão meus calçados favoritos, inclusive a noite.

    E na volta pra casa, seguiu toda a rotina normal que vocês já sabem, cozinhar, #marmitasdasemana, limpar tudo, tomar banho, e editar vídeo e atualizar o blog pra vocês.
    Ufa! Enfim terminou!

    Que Deus nos dê muita saúde e disposição para esta semana.
    Uma linda segunda feira pra nós e uma semana bem produtiva, com muita alegria e saúde pra todos!

    bjus

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  • 24/09/2014
    Continuando o post de ontem, que você pode ler aqui. Vou falar sobre algumas coisas que aprendi pra ser uma pessoa menos consumista, administrar melhor as contas e até economizar.
    *imagem google

    São pequenas medidas que adotei na época que precisava parar de gastar para poupar e comprar a nossa casa, já que resolvemos dar um passo adiante e nos casar. E foi um aprendizado importante, que levo na prática até hoje. Por exemplo:
    – Ninguém ganha tão pouco que não consiga poupar ao menos 10% do seu salário;
    – Planejar as compras evita gastos desnecessários e falta de controle;
    – Tenha sempre uma planilha com os seus gastos fixos mensais e sempre anote também os extras do mês;
    – Dê uma olhada nesta planilha de vez em quando para saber se está passando muito do limite;
    – Não ande com muitos cartões de crédito na bolsa, tenha somente um, a não ser que seu salário supere o limite de todos eles juntos e que você goste e queira mesmo gastar;
    – Se o período é de restrição total, e economia pra comprar algo mais caro como um carro por exemplo, e você tem que juntar dinheiro, cancele-os ou peça para alguém guarda-los pra você e não entregar por determinado tempo ( minha mãe fez isso pra mim uma vez); 
    – Se não consegue controlar-se diante de uma vitrine, o jeito é evitar estar perto delas, use seu tempo livre para fazer algo mais interessante que ir ao shopping. Por exemplo, vá passear no parque ou visitar um amigo;
    – Evite coisas que instigam seu “ser consumista”, quem aí não tem uma tia ou vizinha que venda Natura, Avon, Mary Kay, roupas, lingeries e bijoux, e creminhos importados? Todo mundo tem alguém perto incentivando você a comprar, e o pior fazer dívidas, pois essas pessoas ainda vendem pra você pagar só depois. E as vezes a desculpa que damos é que compramos “pra ajudar”. Não faça isso, porque ninguém vai te ajudar a pagar depois.
    – Pare de ver sites e revistas que instigam o consumismo. Eu adoro blogs de moda, leio vários, e apesar de hoje saber que o propósito deles é nos fazer comprar, eu olho as novidades, mas vejo por curiosidade e não para sair correndo e comprar aquilo que a blogueira está falando. Esse tipo de coisa não me aguça mais. Vejo certas combinações de roupas e adapto para a minha realidade. Se eu gosto de um batom da MAC, e a VULT fez um semelhante, e eu achar que aquela cor é diferente de tudo que eu já tenho, e ainda assim eu me apaixonar muito, compro o similar que custa menos de R$10,00 entende? Isso é só um exemplo bobo, mas na realidade é assim que funciona. Graças a Deus, hoje em dia temos muitas blogueiras que nos apresentam opções possíveis;
    – Aprenda a fazer as unhas em casa e secar seu próprio cabelo. Isso eu faço desde muito antes de saber economizar, mas ainda tem muita gente que só consegue lavar o cabelo no salão, acho um gasto muito desnecessário;
    – Aprenda a controlar seu desejo pelo lançamento tecnológico da vez. Todos os anos a Apple lança um modelo novo de Iphone e Iped, e a Sansung faz a mesma coisa com o Galaxi e Tablet. É louco ver o tanto de gente na fila pra conseguir um desses aparelhos que normalmente não são tão mais sensacionais assim em comparação ao modelo anterior. Como eu não entendo de tecnologia, pode ser que alguém aqui lendo isso ache que eu sou uma idiota e não sei o que estou falando, mas a grosso modo, os pouquíssimos recursos a mais transformam esse produto no alvo do momento e com um preço 3 vezes mais caro do que ele deveria mesmo custar. Sinceramente, é algo que eu acho que pode e deve ser evitado. Quem sabe se todo mundo pensasse assim, as empresas abusariam menos do consumidor e vendessem tudo a um preço mais justo;
    – Seja mais básico pra se vestir. Isso evita que tenha que comprar muitas coisas para combinar com peças “esquisitas” ou mega coloridas e assim gastar ainda mais;
    – Mantenha um guarda roupa organizado e com peças de boa qualidade, assim você saberá exatamente o que tem pra usar e não precisa ficar renovando e gastando pra repor as roupas de má qualidade que logo estragam, desbotam ou encolhem. Muitas vezes o barato sai caro; (você pode ler mais sobre este assunto aqui).
    – Comer bem não é sinônimo de pagar caro. Comida gostosa também pode ser preparada em casa, com carinho e qualidade também. Ir ao supermercado, escolher os ingredientes e preparar um jantar romântico com simplicidade e mais atenção aos detalhes da decoração da mesa por exemplo, pode ser uma alternativa bem mais barata e simples para uma comemoração a dois;
    – A TV a cabo é muito cara no nosso país, infelizmente. É bom fazer o balanço se você fica em casa tempo suficiente para aproveitar todos os canais. Hoje em dia temos pacotes como Netflix que por um preço bem mais em conta você tem milhares de filmes e séries disponíveis pra ver. Claro, quem não tem uma TV Smart terá que ver no computador ou tablet, mas ainda assim, acho que pode ser um esforço válido. Ou ainda ver um pacote bem básico com os canais que você mais gosta e deixar pra lá os de filmes e esportes que normalmente são os que mais encarecem a fatura;

    – A conta de telefone também pode ser um fantasma. Hoje em dia, quase ninguém mais usa o telefone pra falar. Temos os aplicativos como whatsApp e redes sociais e a maioria dos pacotes, inclusive pré-pago te dão a opção mínima do plano com internet. O 3G ainda não é dos melhores, mas quebra um galho. Dependendo do quanto você anda pagando de conta, reduzir inclusive a internet pode ser uma boa opção, já que infelizmente as empresas só dão uma boa internet pra quem tem plano caro, no entanto, acho um abuso pagar um plano caro pra falar, sendo que quase não usamos o celular para ligação, apenas para ter uma boa internet. O negócio é se contentar com um 3G meia boca mesmo, mas reduzir o gasto e pagar um preço justo. Eu fiz isso e não me arrependo;
    Que eu me lembro, essas são as coisas que fizeram diferença, quando resolvi ser uma pessoa mais econômica e controlada.
    E ainda hoje, penso melhor como vou gastar meu dinheiro. Assim tenho uma relação mais nítida com compras, consumismo e necessidade. 
    Cada vez mais eu tenho maturidade para lidar com a parte econômica, e esse equilíbrio é fundamental para a paz dentro de um lar.
    Eu acho que saber usar o dinheiro, é fundamental para não deixar ele te usar!
    Conta pra mim nos comentários o que você faz pra melhorar sua vida econômica também. Pode ser uma dica valiosa! E eu vou gostar muito de saber 😉
    bjus
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  • 23/09/2014
    Oi gente! 
    Este assunto será dividido em dois posts, para que o tema seja melhor detalhado. Sendo que no segundo, vou dar algumas dicas de economia que foram valiosas pra mim, me mostrando o melhor caminho para se economizar e quem sabe pode ajudar você também! 
    Primeiramente gostaria de dizer que tornar-se menos consumista é um trabalho que leva um tempo, que pode ser meses ou até anos. A gente vai diminuindo as coisas aos poucos, e pode ter alguma época da vida que “cansamos” de economizar e chutamos o balde, vamos até o shopping e gastamos de uma única vez, muito mais do que planejamos.
    *imagem google

    Isso é normal. Daí vem o parcelamento no cartão de crédito e novamente você com uma bendita fatura, impedindo a sua vida financeira de fluir normalmente. Digo isso porque se você faz uma compra parcelada em 6 meses, dependendo do que foi, antes mesmo de terminar de pagar já estragou ou já precisa ser substituído. Um claro exemplo disso são roupas e sapatos. Passamos metade de um ano pagando uma coisa que tem vida útil curta. Por isso comprar esse tipo de coisa parcelada realmente não é um bom negócio.
    Quando eu tinha 18 anos e comecei a trabalhar, eu simplesmente não ligava pra nada disso, tinha cartão de crédito de mais de duas bandeiras, de lojas de departamento diversas e ainda naquela época se usava cheque também.
    Eu não tinha limites pra gastos, a não ser o do cartão mesmo rs, e pior não ganhava o suficiente pra pagar todas aquelas coisas, mas eu não tava nem aí. Queria mesmo era comprar tudo que via na minha frente.
    Eu já disse neste post aqui que a minha maior paixão eram sapatos. E nem me importava se eu ia usar pouco ou muito, se machucavam ou não, e se tinham boa qualidade, eram bonitos, eu apenas comprava. Sem contar que toda semana tinha uma roupinha nova pra “balada de sábado”.
    Final do mês aquelas faturas consumindo tudo que eu tinha e eu sempre embaralhada em contas e mais contas. No fim do ano o décimo terceiro só servia para ajeitar as contas, e no ano seguinte esse ciclo todo se repetia.
    A ideia de controlar os gastos e finalmente me livrar de dívidas só veio com a decisão de casamento. Pra comprar um apartamento, dois jovens precisam mesmo aprender a controlar os gastos e poupar. Se eu tivesse feito isso desde o início da minha vida profissional teria sido muito mais fácil, tanto para juntar o dinheiro pra pagar parte da entrada do apartamento, quanto porque não sofreria pelo período de abstinência sem poder comprar nada.
    Pra que desse certo, tudo se foi, carro, cartões quebrados, fundo de garantia, economias de tudo, comida, cinema, vestuário, lazer em geral.
    É um período que você aprende “na marra” que deveria ter poupado um pouquinho a vida toda e que não deveria comprar tantas coisas assim, fazendo dívidas parceladas.
    Ninguém consegue poupar dinheiro se não parar de gastar. Veremos no post de amanhã algumas dicas que foram fundamentais no meu processo de aprendizagem econômica.

    Até mais…bjus
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  • 11/09/2014

    Bom, neste post aqui, eu falei o quanto o minimalismo estava fazendo sentido na minha vida. 
    Então quer dizer que vou viver com o que cabe em uma mochila e ser feliz? Hahahaha claro que não.
    Eu acho que ainda estou bem longe de me considerar uma pessoa minimalista de verdade, mas certos conceitos de qualquer ideia podem fazer parte da nossa vida, independente se você se considera uma pessoa daquele meio ou não.
    Os blogs minimalistas me ensinaram muito principalmente sobre organização. Da casa, do guarda roupa, do desapego e de várias coisas que podem fazer muito bem a gente.
    Já repararam que nós mulheres temos a mania de abrir o guarda roupas e dizer que não temos nada pra vestir? E neste momento o marido olha e vê um armário abarrotado e responde: “Como não tem nada, se está cheio de roupas aí?”.
    Pois é bem isso, as vezes está cheio de roupas inúteis, que não servem mais, que precisam de conserto, que não gostamos mais, que não combinam mais com a nossa personalidade, que saíram de moda, que fazem a sua cabeça ficar confusa de manhã ao ter que se vestir pra trabalhar e sentir como se nada daquilo fosse seu, e que dá vontade de jogar tudo fora e comprar tudo novo.
    Seria até legal se pudéssemos fazer isso assim tranquilamente, mas e o dinheiro pra comprar tudo novo de uma hora pra outra? Não é bem a realidade da maioria né?
    A melhor coisa pra saber exatamente o que você tem, é selecionar aquilo que você realmente usa e o restante repensar se há tanto tempo parado ali, ainda vai ter alguma utilidade. Se não tiver, por que não doar?
    “Ah, porque eu não tenho dinheiro pra comprar outras, e eu ainda posso precisar disso”. Pode acreditar, mesmo que você não compre outras, você não vai usar mais essas roupas.
    Se desfazer de coisas inúteis melhora vários aspectos do nosso cotidiano.
    Ter um armário com menos roupas, vai simplesmente mostrar o que você realmente tem para vestir.
    Vou enumerar aqui 11 vantagens de se ter menos:
    1) De manhã ao abrir o armário e pensar no que vestir, não há muito para se preocupar, as opções que você tem são claras e objetivas;
    2) Quanto menos você tiver, mais poderão ficar expostas e a ideia de combinações flui muito melhor;
    3) Você saberá e poderá observar tudo que tem, como na arara de uma loja, não haverá coisas escondidas por baixo de outras;
    4) As gavetas permanecerão muito mais organizadas;
    5) Você conseguirá vestir tudo que tem, desta forma, não pensará que gastou inutilmente seu dinheiro com uma peça que nunca veste;
    6) A limpeza e circulação se torna mais fácil e frequente;
    7) Você terá menos preguiça de guardar suas roupas após passadas;
    8) Você sentirá satisfação ao olhar seu armário e ver que você evoluiu em relação a isso, e não se sentirá mais uma pessoa consumista;
    9) Passará a planejar suas compras e, portanto, não vai mais gastar seu dinheiro com roupas inúteis.
    10) Você também se sentirá menos pressionado a sempre variar seu vestuário, andar na moda ou coisas do tipo;
    11) Com uma menor variedade, também poderá investir em peças de melhor qualidade que terão melhor caimento, durabilidade e consequentemente se sentirá melhor vestido.
    Sabe aquele ditado que diz que qualidade é melhor que quantidade? Pois é bem isso que se resume essa nova visão.
    Além do mais, parece que nos libertamos do consumo das vitrines, passamos a entender e nos vestir melhor com menos. Incrível isso, não acham?
    Pois se antes eu me frustrava por não poder comprar a loja inteira quando lançavam a coleção de troca de estação, e me sentia pressionada a adquirir a calça da moda, hoje eu me sinto livre e feliz por não ter essa obrigação.
    Se eu gosto muito de uma coisa, vou comprar claro, e vou usá-la, isso é impressionante. Passado o tempo, quando eu enjoar, me desfaço dela sem nenhum remorso ou arrependimento e vivo assim com mais liberdade e sem frustrações ao me vestir.
    bjus

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  • 20/08/2014

    Desde pequenos carregamos uma bagagem nas costas que em determinada fase da vida pode pesar muito. É neste momento que nos sentimos estafados e paramos pra pensar o porquê de tantas obrigações.


    O mundo nos diz que temos que estudar sem parar, tirar as melhores notas, temos que ser bons no esporte que praticamos e ficar sempre entre os três melhores, e claro almejando e sempre tentando o primeiro.
    A sociedade diz que devemos casar, constituir família, ter um bom emprego, ser promovido, ser um bom cidadão, aperfeiçoar o inglês, de preferência falar mais duas outras línguas no mínimo. Fazer pós-graduação, especialização, cuidar da saúde. Devemos praticar uma atividade física, devemos ler alguns livros, devemos…devemos….devemos.

    E nessa luta constante de mais informação, de ser o melhor, de se destacar, de estar pronto para o mercado de trabalho, de ter as melhores faculdades no currículo, de ter que comprar uma casa, e de se fazer mil coisas porque se não, você vai ficar para trás, já parou pra pensar o que é que você realmente faz por sua e única exclusiva vontade?

    Sabem, fui outro dia na médica de homeopatia e falei pra ela que o que mais atrapalha a minha vida é a ansiedade. E que muitas vezes ao caminhar ali pela Avenida Paulista depois do expediente, e perceber a correria das pessoas, as buzinas das motos e os motoristas estressados e as pessoas esbarrando você na rua porque parece que ninguém enxerga o outro na frente, apenas o seu destino final, seu objetivo, todo mundo correndo pra chegar a algum lugar.

    Ao ver as pessoas se esmagando no metrô pra entrar logo, e chegar logo onde precisam, eu muitas vezes penso que não sou deste mundo. Porque todo mundo que mora numa grande cidade está acostumado com isso, e eu também estive há uns 5 ou 10 anos atrás.

    Não percebia nada disso, porque claro que aos vinte anos eu vivia também nessa busca desenfreada e correndo pra não ficar atrás.
    E não é que agora eu também não esteja, só que agora eu ouço todas as buzinas bem mais altas. Parece que meus ouvidos estão mais sensíveis, e eu sinto também como se aquilo ali não fizesse mais parte de mim.

    É claro que não penso que a solução dos meus problemas seria simplesmente ignorar o que a sociedade implora pra nós e me enfiar na mata atlântica e viver numa cabana.
    Isso seria isolamento e eu também não acho que seria mais feliz assim. Mas penso que a idade vai chegando e mesmo tendo feito tudo isso como todo mundo faz e como mandou o figurino desde pequeno, começamos a nos conhecer mesmo quando enxergamos a nossa verdadeira vocação e descobrimos a nossa própria natureza. E eu acho que ela só começa a despontar em nós, quando deixamos de buscar aquilo que nos foi imposto e paramos um pouco pra pensar no que somos e queremos de verdade.

    E se você refletir na sua trajetória e enumerar as coisas que já conseguiu e dar valor a elas, parece que a vontade de desfrutar se sobressai à incessante busca por ainda mais.
    Deve ser por isso que muita coisa começa a incomodar, e também é por isso que enxergamos as coisas diferentes.

    Eu sou uma pessoa muito observadora, e sabe aquele ditado que diz pra você aprender com os erros dos outros? Pois é, eu vejo muita gente que graças a muito trabalho, e a muito duro que deu nessa vida, hoje vivem numa posição privilegiada em uma boa casa e com possibilidades financeiras que lhe permitem uma boa vida, mas ao mesmo tempo vivem buscando algo que muitas vezes, não definem bem o que é.
    Eu não estou criticando as pessoas, até porque o mundo nos fez assim, e eu também sou parte disso, só acho que o meu “insight” veio antes.
    Se eu continuasse na perseguição que eu tinha há 10 anos atrás eu com certeza já estaria tomando muitos remédios para curar ansiedade.

    Graças a Deus, sempre tenho pessoas a minha volta mais preocupadas com o bem estar do que com o acúmulo de bens materiais e um lugar aos sol.

    Li um texto uma vez que as universidades te ensinam que você precisa ser criativo e empreendedor e muito ousado e esforçado para chegar ao topo do organograma da organização para qual você trabalha.
    Esse mesmo texto, que não consigo lembrar o autor, mas nos fazia refletir sobre o fato de que, numa empresa apenas um vai ser o diretor, e isso quer dizer que o restante dos subordinados que também estudaram, que também dedicaram suas vidas a aperfeiçoar seus currículos, e nunca vão chegar a este posto, devem se considerar menos capacitados ou esforçados?

    É claro que não. O motorista do ônibus ou o gari da rua são tão necessários quanto o diretor dessa mesma empresa, assim como a copeira ou os faxineiros, certo?
    Os trabalhos são diferentes, mas TODOS são necessários. E é isso que deveria ser ensinado, seja bom naquilo que faz, e não seja mais um ser ávido e sedento de ambição pelo lugar de destaque. Isso para pessoas competitivas é ótimo, mas e para o restante do mundo que não tem esse espírito de competitividade? Isso faz dela uma pessoa considerada fracassada ou preguiçosa?

    Eu não sei quando foi que começou essa inversão de valores, de todo mundo correndo na mesma direção, e sem parar pra pensar que apenas um vai estar lá na ponta comandando a fila, o restante correndo, se desesperando, ficando doente, depressivo, ansioso e esquecendo que olhando para o lado tem outros caminhos, outras direções, mais vazias e mais condizente muitas vezes com o seu ritmo, natureza e realidade.
    Se você acha que está seguindo a multidão, e parece não ter um sentido nisso, coloque o pé no freio e saia para respirar, as vezes o seu caminho é outro.

    Somos seres únicos e buscar o nosso caminho, que pode ser diferente de onde todo mundo tenta chegar, mesmo não sendo “convencional”, mas com certeza, o que irá te fazer feliz!

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  • 07/08/2014
    Se por um lado, a tecnologia melhorou muitos aspectos da nossa vida, ela também nos fez perder alguns encantos, que apesar de não parecer, era a qualidade que tínhamos e que tanto almejamos nos dias de  hoje.
    Pequenos gestos que eu observo nos traziam um prazer imenso e felicidade que hoje não conseguimos mais desfrutar. A falta de tempo, a rotina, o corre e corre nos trouxe algumas armadilhas e por vezes nos faz apenas robôs.
    Muitas facilidades só serviram para nos mecanizar, onde temos mais tempo para trabalhar e menos, bem menos tempo para apreciar a vida.
    Existe algo mais delicioso que passar o café no coador de pano e sentir aquele cheiro maravilhoso que parece estar lá no campo?
    Pois é, primeiro vieram os filtros de papel, depois a cafeteira elétrica, e agora aquelas que dão menos trabalho ainda, você só coloca a capsula e aperta o botão, e sai ali a sua xícara pronta.
    Mas me diz aí como era uma boa prosa, enquanto esperávamos a chaleira apitar avisando que a água estava no ponto? E aquela voltinha que a gente dá com mão para fazer a água se espalhar por todo o pó. E enquanto isso, a xícara estava ali em frente ao seu convidado com o açucareiro ao lado pra ele adoçar como queria.
    Certas coisas perderam o encanto e se foram com o tempo e a nossa vontade de contemplar as coisas.
    Vivemos num mundo de extremo consumismo e eu não serei hipócrita de dizer que eu também não sou. Mas pequenas mudanças no meu dia a dia melhoraram alguns aspectos e me desaceleraram um pouco, ao menos quando eu posso. Vou falar de pequenos gestos que adotamos aqui em casa.
    Diga não ao relógio aos finais de semana
    Sábado por exemplo, é um dia que eu não gosto de usar o relógio. Eu acordo a hora que quero, sento em frente a mesa, tomo meu café sossegada, ligo a TV, vejo desenho ou qualquer programa que esteja passando sem a necessidade de correria. Meu marido e eu já nos acostumamos com isso. Ele faz pão na chapa, fazemos nosso café, conversamos sobre nossos planos, futuro ou apenas jogamos conversa fora. Esse ritual é um afinidade que temos, porque gostamos do nosso fim de semana desacelerado. Depois é claro, temos todas as obrigações que um casal que trabalha e estuda de segunda a sexta tem, mas esse momento ao menos é tranquilo.
    Vá a feira e escolha seus alimentos

    Depois que inventaram o disk hortifruti, até isso muita gente deixou de fazer. Não sei se eu tenho muito o pé na roça, mas eu gosto de escolher o que vou levar. Pegar na mão, examinar, cheirar! No sacolão que vamos aqui, o rapaz nos dá para experimentar qualquer coisa diferente ou quando está muito doce. Gente isso pra mim é impagável.
    Cozinhe mais

    Cozinhar para alguns pode parecer um ato chato, uma obrigação, mas preparar nosso alimento é muito mais gostoso que comprar pronto. Além saber a procedência de tudo, acho que na cozinha, as pessoas se aproximam. Na casa da maioria das pessoas que eu conheço que tem uma cozinha grande, é nela que acontece o ponto de encontro e onde as pessoas ficam a maior parte do tempo.
    Ande descalço

    Bom, aqui em casa eu adoro fazer isso. É claro que se o chão estiver limpinho melhor. Alguns tapetes com textura rústica podem nos remeter a uma vida menos urbana. Nossos pés vivem enfurnados em sapatos, sofrendo a pressão do dia a dia, e sendo desgastado a todo tempo. Deixá-lo livre pode fazer muito bem pra circulação. E a sensação do chão geladinho principalmente no calor é maravilhosa.
    Tenha uma rede na varanda

    Se você tiver uma varanda, experimente colocar uma rede lá. É relaxante tirar uma soneca ou apenas contemplar uma tarde na rede. Eu terei minha tão sonhada varanda em breve J

    Tenha uma fonte de água em casa

    Aqui nós temos uma. O barulhinho da água acalma.
    Cuide de uma mini horta

    Pode ser aquelas de vaso mesmo, só com dois ou três temperos. Além de ser muito gostoso tirar do pé para usar na cozinha, cuidar da terra, ainda que seja apenas um vasinho é uma atividade de respeito e contato com a natureza, coisa que se perdeu hoje.
    Tenha flores pela casa
    Que seja uma rosa. Compramos no supermercado mesmo, custa por volta de R$7 ou R$8 apenas. Uma rosinha no vaso alegra o ambiente. Traz uma paz visual. Semanalmente trazemos uma nova rosa pra casa.
    Faça artesanato
    Mesmo que você inicie um projeto hoje e termine só em 6 meses por falta de tempo. Mas tenha uma peça em casa, criada por você. Não precisa gastar muito, pode ser com material reciclado. Tem inúmeros sites na internet ensinando como fazer alguma coisa. Eu mesma sou leitora assídua de alguns, você pode ver aí nos meus favoritos.
    Se for uma parede, uma pintura, envolva outras pessoas da casa, pode ser muito divertido, além de ser um tempo para estarem juntos.
    Cuide do aroma da sua casa
    Uma vela, um incenso, um spray aromático. Cravo, canela, alecrim, seja lá o cheirinho que você gostar. É sempre bom sentir o cheiro da nossa casa.
    Chame amigos para uma reunião informal em casa
    E não é para ter aquela trabalheira fazendo pratos sofisticados, ou gastando rios de dinheiro com a culinária francesa.
    Experimente fazer uma receitinha simples. Um escondidinho no forno com uma salada refrescante acompanhada de frutas da estação.
    Palitinhos de queijo branco e tomate cereja de petisco. Seja simples, porém detalhista e receptivo.
    Esqueça os aparelhos eletrônicos neste caso, deligue a TV, no máximo uma música ambiente. Se for o caso, ressuscite aquele jogo antigo para envolver os participantes nessa agradável visita.
    Por último, seja simples

    Temos a mania de complicar as coisas, principalmente nós mulheres pra sair de casa, temos que nos maquiar, vestir roupas bonitas e desconfortáveis. Se você não vai a uma festa de casamento ou aniversário, que tal adotar roupas mais confortáveis e chinelinhos ou sapatilhas?

    Já somos obrigados a usar roupa social pra trabalhar, viver de salto alto, estar maquiada, penteada. Que tal aos finais de semana pra visitar alguém ou ir ao shopping adotarmos o estilo mais simples e fácil. Assim, não teremos nenhuma neura ao ponto de deixar de ir a algum lugar porque não estamos prontas. Se você é mais desencanado, e isso não quer dizer relaxado, quer dizer simples. Eu duvido que com um convite de última hora você não estará pronto em 20 minutos, sem maiores problemas.
    Quando nos vestimos de nós mesmos, vivemos melhor e muito mais intensamente. Isso não quer dizer que você não deve usar filtro solar e viver descabelada, mas não é necessário fazer babyliss e usar cílios postiços para ir a padaria certo?
    Eu acho que a simplicidade das coisas é que nos faz feliz! Quem menos exige, mais aproveita o que a vida lhe oferece.
    Eu penso assim, e enquanto não posso viver no interior, em uma casa com quintal, com a minha horta, longe da correria que vivemos aqui em São Paulo, é assim que vou descomplicando a vida e não deixando as modernidades e tecnologias me levarem a essência.
    bjus
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  • 05/08/2014
    Oi queridos,
    Este post é para lembra-los que as aulas estão voltando essa semana, e portanto, vou pedir novamente compreensão e paciência na resposta dos e-mails e comentários por aqui.
    A minha rotina é bem puxada de segunda a sexta, do trabalho pra academia e em seguida pra faculdade. E por este motivo, diminuem as postagens no instagram e por vezes aqui também.

    Já contei neste post aqui sobre o gerenciamento de tempo, onde meu dia é praticamente cronometrado pra dar tempo de fazer tudo que quero.
    A partir deste semestre, além de cozinhar pra mim aos domingos, tem post aqui sobre o congelamento das marmitas, o marido também entrou na dança.
    Estamos fazendo isso pra economizar um pouco e logo vocês saberão porque. Então já viram né? Meu fim de semana vai se resumir em cuidar da casa, ir ao supermercado, cozinhar, fazer postagens aqui pro blog e ainda estudar. Ufa, Deus me ajude e me dê forças pra aguentar esse batidão!
    Ah, e só pra informar, já fui na Dra. de homeopatia pra cuidar também da minha cabeça e corpo, porque não é mole não o nível de stress que fico principalmente em época de provas.
    A medicina homeopática me ajuda muito a me manter em órbita. Equilíbrio e tranquilidade é a chave para o sucesso.
    Bom gente, é isso!
    Bora que logo mais, se Deus quiser venho aqui falar de mais um fim de ano! 😉
    bjus

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  • 30/07/2014
    Quem aqui não gosta de tomar um cafezinho naquele bistrô charmoso depois do almoço?
    O problema são as armadilhas escondidas dentro dele. A vitrine de doces é convidativa demais pra resistir não acham?
    E aqui perto do meu trabalho tem muitas opções, desde esses cafés, docerias e até aquelas bombonieres que vendem de tudooo!
    E gente, parece que não, mas essas escapulidas atrapalham muito nossos resultados. Porque não adianta treinar direitinho e fazer dieta, mas se jogar nessas bobagens.
    A melhor forma de resistir a essas tentações é se mantendo bem longe delas.
    Algumas pessoas falam que trabalhar fora é mais fácil de manter uma dieta. Mas eu acho que depende. Aqui mesmo onde trabalho, é um tal de pedir empadas a tarde, de passar na bomboniere depois do almoço, de alguém trazer um docinho ou guloseima que a vovó fez, e sem contar os cafés da manhã que tem de vez em quando ou em datas festivas como festa junina, páscoa, natal e ainda tem o bolo dos aniversariantes todo mês.
    Não é fácil não pessoal, tem que ter muita disciplina porque se você participar de tudo, não tem como não engordar.
    No início da minha reeducação alimentar eu cortei tudo de uma vez. Só assim eu pude aprender a me controlar. Quando eu queria um chiclete, ficava do lado de fora da doceria e pedia pra alguém comprar pra mim.
    A tarde quando o pessoal pedia alguma coisa de algum lugar, eu comia meu lanchinho que levava de casa no mesmo momento pra não ficar com fome ou vontade.
    Hoje, eu como um pedacinho do bolo dos aniversariantes e também participo do café da manhã, mas não passo mais o dia comendo como antes. Levo minha marmita neste dia normalmente e como pela manhã o suficiente para ser o meu café mesmo, e no máximo o lanche da manhã porque sei que depois vou almoçar.
    Se você é desses que vai ver e não vai resistir, se mantenha do lado de fora da doceria, e tente arrastar seu amigo pra vida saudável com você. Se ele for magro de ruim, daqueles que come de tudo e não engorda rs, você terá então que ter auto controle mesmo, e escolher um dia por semana pra se dar a esse luxo.
    Se manter na linha é tarefa difícil pra todo mundo, tanto para quem fica em casa, rodeado de comida, quanto para quem está na rua ou no trabalho.
    A resistência começa na nossa mente, não adianta. Força de vontade é o que nos faz resistir tudo isso ou não. Acho que comer de vez em quando é normal, não somos extraterrestres e vivemos em sociedade, onde todos participam principalmente de reuniões para celebrar datas festivas. O que não pode, é deixar a exceção virar regra.
    Um bju

     *imagem google
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