10/04/2016

Oi galera, tudo bem?

Eu conheço muita gente que perdeu bastante peso mudando os hábitos alimentares e praticando atividade física. Assim como eu, pessoas que um dia viraram uma chave na vida e resolveram mudar aquilo que não o fazia feliz.
Algumas pessoas sofreram com a obesidade a vida toda, outras apenas estiveram com sobrepeso, outras que engordaram apenas numa situação difícil que passaram na vida. E o que TODAS elas tiveram que fazer foi sair da zona de conforto e buscar uma mudança no estilo de vida pra poder ver o resultado que queriam.

sanfona

O fato é que, a grande maioria mesmo fazendo as coisas direito, sem dietas restritivas e sem loucuras, depois de um tempo, quando estavam próximos do seu objetivo não conseguem mais ir adiante, não chegando onde queriam e pior ainda, engordando novamente em muitos casos. Na maioria das vezes recuperam até metade do peso que eliminaram quando não chegam bem próximos do que eram.

Já pararam pra se perguntar por que isso acontece?
Bom, no meio deste caminho aí tem muitos motivos pra isso acontecer. Um deles é o fato de restringirmos muitos alimentos por muito tempo os alimentos considerados “lixos” para os praticantes da vida saudável. Eu acredito que restringir completamente os alimentos tidos como proibidos, não permitindo nem de vez em quando uma escapada, pode no futuro despertar a compulsão alimentar. Tive muitas discussões sobre isso na faculdade e ainda não foi comprovado cientificamente, mas existem estudos que falam que passar muito tempo em restrição pode despertar um desequilíbrio quando a pessoa volta a “experimentar” determinadas coisas e isso está ligado ao emocional também.

Outra coisa que eu acho que pode levar a isso é o sentimento de não querer mais “ser diferente” em relação a alimentação. E vou explicar essa teoria baseada na minha experiência pessoal. Chegou um momento da minha vida que eu simplesmente “cansei” de me esforçar tanto pra tentar emagrecer os últimos 3 kg que eu tinha colocado como meta para mim. Eu simplesmente dizia não para qualquer coisa que eu imaginasse que não era um alimento saudável, carregava minhas marmitas para todo lado, treinava em todos os momentos possíveis para uma pessoa com rotina de Trabalho/academia/faculdade/dona de casa. Fazia tudo que era possível pra caminhar (gastar energia), até que comecei a me estressar com essa rotina, simplesmente porque eu não emagrecia mais uma grama. Estagnei e fazia tudo certo, numa loucura de exigir de mim mais do que meu corpo estava suportando, então comecei a pensar o seguinte: Pra que estou judiando tanto de mim desse jeito, se o resultado que quero não está aparecendo? Quer saber, quero ser normal como qualquer pessoa, quero experimentar um pedaço de bolo que um colega leva no trabalho, quero dormir até mais tarde no domingo já que acordo de madrugada a semana inteira, quero ter o direito de não ir pra academia no dia que tenho uma cólica que está me matando. Quero ser um ser normal, com o qualquer pessoa. E foi aí que pra mim, as exceções viraram regra, eu perdi o controle da situação, tive compulsão alimentar durante um ano inteiro e engordei 7 dos 9kg que havia emagrecido no início dessa jornada rumo a vida saudável.

Passei pela luta novamente no ano passado e havia emagrecido apenas 3 kg, mas então entendi que essa loucura para nós mulheres nunca vai acabar. Hoje sou mais consciente, menos paranoica e mais “normal” em relação a tudo isso.
Sei que tive um ano difícil em 2014 por conta da mudança de casa, reforma do apartamento novo, e por muitos outros motivos pessoais que me deixavam ansiosa e estressada. E é claro que esses últimos itens tiveram o maior peso em tudo isso.

Mas então já se passou mais um ano e eu ainda estou justificando meu aumento de peso naquela época? Claro que sim, porque eles não se foram totalmente, só que hoje, tenho a noção que meus esforços foram direcionados para outras milhares de coisas que no momento são sim mais importantes do que manter um peso que eu coloquei na minha cabeça ser o ideal. Tenho poucos meses para o final da minha faculdade, estou fazendo estágio, relatórios, TCC, e continuo trabalhando 8 horas por dia no trabalho que sempre tive. Somando tudo isso, quer dizer que eu trabalho 14 horas por dia, e ainda tenho minha rotina pessoal normal de dona de casa e outras coisas que todo ser normal que não vive de lifestyle precisa fazer. Pensa bem se seria mesmo saudável eu pirar por causa de dieta e porque não consigo frequentar a academia como antes?

O que quero concluir com tudo isso, é que aquela motivação do início, em algum momento passa, e acaba sendo substituída por algum projeto mais importante na sua vida, seja por alguma coisa no trabalho, na vida pessoal, profissional. Mudanças que vão temporariamente te direcionar para outro objetivo, e acredito que é isso que nos faz mudar o foco. E quando você transfere o foco da sua vida para outra coisa, é exatamente nisso que você vai ter mais sucesso.

Quer dizer então, que você está falando que ou eu me dedico a vida inteira para isso, ou nem adianta começar porque em algum momento isso “vai quebrar”, e eu vou engordar tudo outra vez?

Não é bem assim, pode ser que você consiga sim ser disciplinado o bastante para nunca deixar isso acontecer, ou que nunca aconteça nada tão intenso na sua vida, a ponto de de desestabilizar e elevar seu estress fazendo você querer desistir da sua rotina intensa.

Ou pode ser que você está apenas atravessando uma fase que outra área da sua vida mereça mais um tiquinho da sua atenção e que assim que tudo isso passar, você vai voltar pra sua rotina de treinos e dieta equilibrada. A boa notícia é que você já conhece o caminho, e agora mais maduro saberá o que funciona, que talvez a restrição completa não te fará bem, que de vez em quando você vai querer dormir mais um pouquinho, e que terá semana que estará completamente motivado e em outras nem tanto. Muito bem, você é um ser humano normal, e com certeza as fases que passamos na vida são um grande aprendizado, e em cada momento haverá um objetivo e uma dedicação para isso.

É importante não esquecer que saúde nem sempre está ligada ao peso, que a gente deve na verdade buscar de forma equilibrada praticar uma atividade física e comer alimentos saudáveis na medida do possível. Mas a cobrança a si próprio pra ser magro e saudável também pode te desestabilizar emocionalmente e isso também é prejudicial. Então é só refletir, que momento você está hoje na sua vida? A resposta dirá quando algo passou de prazeroso para sofrimento, e na minha opinião, o que te faz sofrer deixou de ser saudável.

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  • 12/01/2015

    Pessoal, tudo bem por aí?

    Aqui ta tudo lindo!

    Bom, quem me acompanha no instagram, se você ainda não me segue clica aqui, ou procure por @blogvanmartinelli, pois quem me acompanha por lá, sabe que iniciei meu RETORNO a dieta limpinha (sem doces e besteiras) e com um mais frutas, verduras  e legumes no dia 1º mesmo.

    Isso porque logo após o final do ano, eu constatei 6 kg a mais. Claro que não das festas, isso se arrastou desde a época das provas da faculdade como já contei aqui.


    E o fato de ter ficado 2 meses sem frequentar a academia, contribuiu mais ainda para inchaço e retenção de líquidos.

    Então fiquei 7 dias num low carb, consumindo apenas carboidratos dos legumes e frutas, proteína magra, dando preferência para a carne branca e incluindo o chazinho milagroso que sempre funcionou pra mim, o hibisco. Eu adoro, tomo sem adoçar uma ou duas xícaras por dia. Porque gente, não precisa se entupir de chá detox, porque mais importante que quantidade, é a qualidade do que consumimos. E eu sou assim, prefiro não exagerar para não sobrecarregar meus rins e também para não enjoar de modo que depois nem quero ver os tais chás na minha frente.

    Neste caso, você escolhe o que quiser, chá verde, hibisco, cavalinha, o que preferir. Não existe só um que potencializa os resultados da dieta, e nem algum chá milagroso que faça a gente emagrecer sozinho, sem dieta. Já sabemos que não existe mágica.

    No sétimo dia, meu corpo começou a sentir e pedir doces, e eu dei. Comi um biscoito de arroz e no dia seguinte um bolinho tipo queijadinha. Bom, eu entendi que ali se encerrava o período de redução de carboidratos, porque meu corpo ja estava exigindo isso de mim. E eu respeito esses sinais, porque não quero despertar compulsão de novo como houve no ano passado.

    Pois foi assim que voltei a comer então tudo normalmente, e não estou me referindo a doces desta vez, mas sim de arroz integral, feijão e só, porque o resto já estava incluído na dieta desde o início.

    O bom é que permaneço tomando chá após o almoço, continuo com a tapioca pela manhã, recheada com um ovo mexido no lugar de pães (prefiro por achar mais leve), porque meu corpo se habituou novamente com esses alimentos e assim eu sigo com dois quilos a menos, que eu sei era pura retenção, e muito feliz com os resultados.

    Ah, não posso esquecer de mencionar que logo que voltei pra academia, também aumentei um pouquinho a porção de carboidratos pra me dar energia para os treinos.

    Este post não foi feito com intuito de passar nenhuma dieta, e tão pouco isso pode fazer sentido algum para você. Foi apenas para demonstrar que pequenas mudanças já fazem muita diferença e nosso corpo sente e responde positivamente.
    E também é sempre bom lembrar que tudo tem um momento pra começar e terminar. A reeducação alimentar é sempre o melhor caminho para qualquer circunstância, só que no início, depois da farra da comilança, até seu corpo se acostumar novamente com os alimentos saudáveis, você pode ter a sensação de estar faltando alguma coisa, e daí confundimos com fome, por isso a ideia dos chás para controlar um pouco a ansiedade de estar sempre ingerindo algo.

    Mas depois tudo se ajeita, volta ao normal e a rotina saudável e feliz segue por aqui!

    Um bju

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  • 26/12/2014

    Olá pessoal, tudo bem por aí?

    E depois de passar um lindo Natal, com muita festa, amor e claro, muita comilança, o que fazer com a dieta?

    Passar o dia a água não dá né gente? Minha dica é para escolherem alimentos mais leves, como legumes, verduras e frutas para ajudar o corpo a recuperar seu estado normal, e renovar as energias porque afinal de contas, ainda temos mais uma festa de Reveillon para enfrentar. E é super normal dar uma exagerada, principalmente para que gosta de umas bebidinhas alcoólicas.

    O corpo precisa e pede por uma pausa. Tomar sucos e chás ajuda a liberar as toxinas e mandar embora a ressaca.


    Fazer uma caminhadinha ou alguma atividade também é ótimo pra acordar o corpo aos poucos. Se possível, escolha carnes mais leves como peixes e evite industrializados ou alimentos gordurosos.

    Tem receita de suco verde AQUI, pra você tomar logo pela manhã e ajudar o corpo a se reestabelecer.

    E se você está pretendendo relaxar, que tal ir até um parque ou a praia se você estiver viajando e próximo ao mar, sente-se como na foto abaixo, agradeça a Deus pelo dom da sua vida, pelas bençãos que recebestes este ano e respire lentamente, sentindo a paz e o amor invadindo seu corpo e mandando embora toda tristeza, raiva ou sentimento negativo. Sinta o vento ou o mar levando tudo isso embora e uma invasão de felicidade, saúde e alegria.

    *imagens do google

    Um grande bju
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    Desde o início deste semestre, resolvi ter uma relação mais tranquila com a comida, sendo um pouco mais tolerante com determinados alimentos, como já falei mais sobre isso neste post aqui.
    Parei pra pensar, se quando eu não conhecia nada deste universo sobre alimentação saudável, e me alimentava com mais comida e menos bobagens na casa da minha mãe, porém, comendo arroz e pão branco (porque o integral nem era conhecido nesse tempo), eu tinha uma saúde normal e um peso adequado, porque eu não tinha acesso a nada disso que se fala hoje o tempo todo. E por que é que eu não tinha sobrepeso?
    Bom, eu sei que quando mudamos o estilo de vida, é claro a alimentação evolui com isso também, para poder nos atender melhor em nossas tarefas, até porque hoje somos muito mais sedentários e precisamos lançar mão de alguns alimentos que dão uma mãozinha pro intestino e pra nossa rotina.
    Mas será que determinados alimentos que “riscamos” completamente do cardápio não nos pode fazer falta em nenhum momento da nossa vida, e por isso nos tornar uma pessoa compulsiva?
    Na aula de transtornos alimentares, minha professora batia na tecla de que ao reeducar um paciente, deveríamos incluir todos os itens da pirâmide alimentar em sua dieta, inclusive os doces, que ficam no topo e devem ser consumidos com moderação. Ou seja, um docinho por dia, uma porção. Isso fará com que a pessoa não tenha períodos de abstinência e no momento que ela experimentar daquele nutriente, não caia no desejo desenfreado por aquilo, a tão temida compulsão alimentar.
    E comer um pedacinho de chocolate todos os dias, talvez não evitaria aquele ataque a uma barra inteira no dia que você não se segurou, e aí se foi todo o esforço que fez durante um tempo?
    Se você ainda está no processo de emagrecer, eu sei que precisa ter um pouco mais de critério, mas talvez se você escolhesse incluir no cardápio todos os dias uma fraçãozinha ou um pedacinho daquilo que você mais gosta, isso não seria um problema para você no futuro.
    Eu passei a  incluir duas barrinha desta de 5g de chocolate cada uma, todos os dias na minha dieta.

     Primeiro porque isso não vai me engordar, e depois porque meu cérebro está acostumado que terá seu chocolatinho religiosamente. Isso além de dar um pouquinho de glicose no sangue, e serotonina no meu dia, faz com que eu não tenha uma crise de compulsão no dia que eu sinto muita vontade, e ataque uma caixa de bombom inteira de uma vez. O que não é bom nem pelas calorias e nem pela quantidade de açúcar que entra no sangue naquele momento.

    O que posso dizer é que já faz quase quatro semanas que eu adotei essa prática e bingo! Realmente acabou o ataque desesperador ao doce.
    Meu corpo sabe que terá um momento do dia que vou oferecer aquilo pra ele, e daí se contenta e pronto. Fico satisfeita com um pedacinho além de ter mandado embora aquela culpa por ter comido algo “proibido”, sendo assim, eu me sinto bem melhor. É permitido pra mim, então está tudo bem.
    E nos dias que estou com vontade de outra coisa, eu também como. Escolho uma porção pequena, e sei também que não devo comer aquilo todos os dias. Mas está sendo ótimo isso pra mim. Saber que não tem nada “proibido” na minha dieta.

    Além de me livrar do fantasma da culpa e do medo de engordar, eu acabei com a minha compulsão. Se eu estou com vontade apenas como, e não me entupo daquilo com aquele pensamento de “é melhor aproveitar agora porque depois não pode mais”. Isso acabou, e eu me sinto feliz e uma pessoa normal também, de bem com a comida.

    Eu entendo que quem precisa ainda emagrecer, talvez não tenha chegado neste ponto, de incluir essas “bobagenzinhas” na dieta. Mas procure seu nutricionista se sentir que tem uma necessidade muito grande e se perceber que essa restrição está desencadeando a compulsão em você.

    Espero que este depoimento tenha te ajudado a entender que é normal passar por isso, principalmente se você já atingiu o peso que queria com reeducação alimentar e atividade física, e que também é importante descobrir o caminho para acabar com a compulsão e ataques a comida.

    bjus

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  • 27/08/2014
    Percebi nesses dois anos e meio de reeducação alimentar, que após aprender que alguns alimentos são “nocivos”, a gente começa a ficar meio paranoico, tratando certas comidas como coisas do mal.

    É claro que sabemos que refrigerantes, bebidas alcóolicas, e doces cheios de calorias “vazias” não fazem bem em nenhuma circunstância. Mas após aprender mais sobre alimentação, essa percepção sobre comida ruim acaba sendo ainda maior.
    Passamos a olhar com reprovação pães branco, arroz branco, a farinha branca em geral. Além disso ficamos muito mais críticos em relação a nutrientes, quantidade disso ou daquilo, e restringimos ainda mais nosso paladar.
    Somos bombardeados de informações o tempo inteiro, que o pão integral não é integral total, que o glúten não é bom, que a laranja é muito calórica e que devemos ter cuidado com a  frutose, que o chocolate faz bem, mas somente o amargo, e que o açúcar é uma substância tão viciante quanto uma droga, que o light é diferente do diet, que devemos comer mais fibras, e sem contar nos alimentos que vem surgindo a cada momento prometendo reduzir a gordura abdominal e ajudam a acelerar o metabolismo.
    As revistas exibindo shapes esculpidos com uma boa alimentação e atividade física, mas que diz que aquilo ali foi fruto do chá seca barriga que veio da Malásia (rs), gente, quantas promessas, quantas informações, e quantas coisas nos falam o tempo inteiro.
    É claro que hoje como estudante da área eu entendo que existe muito marketing em volta de tudo isso, porque esse mercado move demais a economia, já que as pessoas se esqueceram da saúde durante um tempo para se dedicar ao trabalho, ou porque realmente nosso estilo de vida mudou muito, e hoje temos que pagar o preço para ter uma melhor expectativa de vida.
    Existem estudos que mostraram que pessoas que nunca fizeram nenhum tipo de dieta na vida, tem muito menos chances de desenvolver algum tipo de transtorno alimentar, principalmente a compulsão.
    Essas pessoas comem doces quando estão com vontade, e muitas vezes um pedacinho já a satisfaz. Em sua maioria, comem quando sentem fome apenas, e não ficam pensando em comida o dia todo.
    Eu conheço gente assim, está em casa com fome, olha para a fruteira, come uma fruta e está tudo certo. Só irá se preocupar de novo com isso quando sentir fome, provavelmente no jantar.
    Mas infelizmente não é assim com todo mundo. A grande maioria das pessoas se obesas, se preocupam em ficar comendo o tempo inteiro, e pior sem nenhum tipo de escolha, apenas comem. E outros que tiveram problemas com peso, estão sempre preocupados igualmente com comida, mas com o fato do que não devem comer ou o que podem comer.
    Será que mais sadio não seria pensar apenas em comida como comida, para saciar a fome? Eu não estou aqui dizendo pra você ir a padaria comprar 4 pãezinhos pra comer esta tarde com manteiga, porque não faz mal ou não engorda.
    Mas será que se permitir um pão com manteiga de vez em quando e sem culpa, quando não tem o pão que você prefere por causa da sua dieta não seria normal?
    Eu acho que sim, e num outro post eu vou contar uma atitude que tomei por conta de tudo isso, e que acho que também poderá ajudar muita gente.
    Aguardem!
    bjus

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