29/12/2015

Então minha gente, tudo bem por aí?

Mais um ano termina e mesmo que tenha passado voando que nem deu pra perceber, é sempre bom fazer um balanço pra ver se você cumpriu o que prometeu ou fez ao menos alguma coisa que havia se empenhado em fazer.

Fui correndo ler meu post do início deste ano que está AQUI pra ver se eu tinha concluido alguma coisa com êxito. E vamos as análises então.


Meu primeiro item da lista de 2015 era entrar para o Yôga, e bom, demorei pra fazer isso mas fiz e contei neste post AQUI.

A segunda coisa era emagrecer 5 kg, e isso hahaha não deu. Acho que emagreci 2, mas tudo bem, estou feliz assim porque foquei bem na academia e apesar do peso da balança que não quer dizer nada não ter caído, eu perdi medidas e meu percentual de gordura caiu muito mesmo, isso é muito melhor que peso.

A terceira meta era fazer um curso de Potoshop, e apesar de não ter concluído, eu o iniciei e deu pra ter a noção base das bases, que ao menos atendeu um pouco a minha necessidade, então considero ok.

A quarta meta era ler mais livros, acho que li só 2 ou 3 outra vez, mas a faculdade me sugou tanto esse ano que até considero muito rs.

A quinta meta eu realmente não cumpri, era andar mais de bicicleta, e a coitada está lá toda empoeirada.

A sexta meta era diminuir o consumo de industrializados e carnes vermelhas, acho que não concluí isso não, alías se compararmos com 2014 acredito que melhorei um pouco, mas em relação a 2013 e 2012, perdi disparado nesse quesito. Na verdade, este ano, acho que essa questão de dieta ficou nem lá e nem cá sabem? Nem demais e nem de menos, e normalmente meus momentos de mais focos são aqueles que estou realmente firme na academia, quando por algum motivo não consigo frequentar, meio que perco o foco, mas deve ser porque neste momento, isso tudo não é minha prioridade. Tento comer o mais saudável possível porque realmente gosto e meu organismo pede, mas sem muitas preocupações. Acho que já estou adaptada a um equilíbrio e quando tenho que jacar, faço isso sem muitas preocupações e restrições também.

O sétimo item era ver mais séries e filmes que eu aadoro e isso eu fiz sim, aliás este ano eu realmente consegui fazer mais coisas relax como por exemplo ficar em casa assistindo, eu realmente estava precisando depois do ano tão louco de 2014.

O oitavo ítem era ser mais cuca fresca e não me preocupar tanto, e eu realmente não consigo dizer se cumpri esse item, vou pensar em 2016 sobre isso.

As últimas coisas vou resumir aqui: receber mais amigos em casa, melhorei em relação ao ano passado, mas ainda não chegou no estágio que queria. Cuidar mais da minha pele, também não cumpri.
Cuidar mais do blog, não cumpri, mas tenho um motivo pra isso, eu me desliguei um pouco da internet porque realmente foi preciso, por questão de saúde, e ainda quero falar mais sobre isso em outro post. Disse também ano passado que em resumo eu queria um ano mais tranquilo, sem tantas cobranças e responsabilidades porque parecia que eu estava pressentindo que isso ainda ia ter alguma consequencia grave pra mim, e teve, e depois do apse so stress há alguns meses eu tenho tentado baixar a frequência e entrar em sintonia de novo comigo.

Em resumo foi isso, fiz grande parte das coisas que me propus a fazer e uma das melhores coisas que aconteceram comigo este ano foi a transição capilar, eu deixei de fazer progressiva nos meus fios há dois anos, e após um ano de crescimento capilar eu cortei toda parte “alisada” em maio deste ano e desde então venho aprendendo a lidar com o meu cabelo natural. Ainda estou devendo um post aqui sobre o assunto e vou fazer para vocês entenderem este processo, mas posso afirmar com toda certeza que essa foi a melhor escolha de 2015.

Ano que vem tenho novos planos, e espero que tudo dê certo. Não estou com expectativas muito altas, e sim dentro das minhas possibilidades, mas os poucos planos que tenho, estou epenhada e já comecei a trabalhar meus projetos porque não gosto de deixar nada para depois ou “ano que vem”.
Assim que tudo se encaminhar eu conto as novidades por aqui.
Minha dica é, façam sim suas listinhas, é bom consultar de vez em quando para ver onde precisa melhorar e ao final de cada ano, esse balanço é importante também porque sempre evoluímos na nossa busca de crescimento quando identificamos nossas falhas, erros e acertos também.

Desejo um ano novo cheio de luz e alegria a todos vocês que me acompaham por aqui, e nas redes sociais.
Que Deus nos abençõe!

bjus

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  • Ano Novo, Vida Nova
  • Projeto – trinta dias sem reclamar
  • E se a comida fosse só comida?
  • 29/06/2015


    Oi genteee!

    Quanto tempo heim! Finalmente estou de férias da faculdade o/.

    Vixe, tanta coisa que tenho pra falar e tal, mas vamos por partes pra não atropelar nada hehe.

    Vim contar que entrei num projeto aí beeeem legal que chama #30diassemreclamar. Eu vi isso no snapchat da Debs do Blog da Debs, e achei bem interessante, principalmente por se encaixar bem nesta fase que estou vivendo.


    Sabe aquelas reclamações bobinhas que fazemos todo santo dia que não acrescentam em
    nada na nossa vida e ainda por cima atrapalham o dia fluir com mais leveza?

    Isso mesmo, reclamar do ar condicionado do escritório, do buzão lotado, do metrô, do calor,da louça na pia, do sono, da segunda feira, enfim, pequenas coisas que falamos diariamente e que se pararmos pra pensar, não ajudam em nada, e muito pelo contrário, tornam nossa rotina pesada e chata.


    E já que não tem jeito de mudar certas coisas, o certo é nos adaptarmos a ela e tentar focar no que é mais importante.

    A Debs usou uma técnica pra lembrá-la que não deve reclamar. Colocou um elastiquinho
    desses de cabelo no dedinho e toda vez que ela pensar em reclamar, da uma estilingada no
    dedo como “castigo”. Apesar de isso parecer muito doido, vc não quer se machucar né? Então
    você lembra que não deve fazer a lamentação.
    Eu confesso que usei o elástico só nos primeiros dias, depois acaba se tornando um hábito e a gente não precisa mais dele.

    Por aqui tem funcionado, e meus dias tem sido cada vez melhores. Isso não quer dizer que eu não sinta frio por exemplo, ou que eu não me irrite ainda com algumas coisas, mas aí penso se vale a pena reclamar, ou o que aquilo vai me trazer de bom, além de uma cara azeda e um dia pesado?

    Já faz praticamente duas semanas que venho praticando,  e vou falar que no começo é bem difícil, mas é divertido, e você passa a sentir a melhora no seu dia a dia desde o início.

    No lugar de reclamar ainda tô acrescentando um agradecimento a Deus pela oportunidade de
    estar ali naquele momento aprendendo alguma coisa e evoluindo como pessoa, mas este assunto fica para outro post, quero contar os detalhes.

    Quero deixar aqui meu agradecimento especial a Debs,(Site aqui) porque tem me ensinado muitas coisas legais, dessas que ninguém te conta. As pessoas só te dão conselho ir em frente, mas poucos ensinam como as coisas do dia a dia se tornarem melhores e mais simples, e ela tem me tocado com as experiências vividas atualmente dessa busca interior que na minha opinião é a mais importante e valiosa para o ser humano. Debs, um bju pra você querida! 

    Alguém aí mais quer entrar nessa coma gente?
    Se quiser me acompanhar no snapchat e ver como anda meu projeto é só me seguir: blogvanmartinel.

    Te espero lá!

    bjus

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  • O caminho dos sonhos
  • Ano Novo, Vida Nova
  • Mandalas Mágicas
  • 16/03/2015


    Faz tanto tempo que não venho aqui escrever assim um pensamento aleatório ou uma reflexão né gente?
    E vocês sabem que eu adoro fazer isso. 

    Nem dá pra acreditar que estou de férias, porque diante de tantas coisas que tenho feito esses dias, confesso que a mente está descansando, mas o corpo e si, não muito.

    Bom, mas vim falar aqui de um assunto que surgiu numa conversa com amigos, sobre educação infantil.


    É bem engraçado como a gente as vezes se pega fazendo coisas e levando adiante, tudo que a sociedade vai impondo em nossa vida sem ao menos parar pra pensar qual o sentido de determinada coisa que estamos fazendo.

    Eu mesma fui assim  por tanto tempo. Até ter que buscar internamente porque parecia não me encaixar num padrão modelo. Por isso comecei a procurar respostas e sair fora do “tem que ser assim”.

    Sabemos que a educação é uma das coisas mais importantes que os pais podem dar a um filho. Então na busca de melhores escolas e de que nossos filhos sempre estejam no meio competitivo fazemos de tudo para que eles estudem nos melhores colégios e que tenham acesso desde pequenininhos aos melhores cursos e oportunidades da vida.

    Como ainda não sou mãe, talvez eu não tenha mesmo como falar muito sobre o assunto, porque deve ser bem diferente estar de fora da situação. Mas até quando a gente para pra pensar se não estamos sobrecarregando as crianças com a ideia de que ele tem que fazer sempre o melhor e estar dentro de tudo quanto é coisa somente porque “é preciso”?

    O mundo em si já é difícil demais para os adultos e eu até entendo que as crianças precisam passar por situações “difíceis” para não crescerem numa bolha e mais tarde não saberem encarar alguns nãos ou até perder.

    Sempre falamos com  orgulho que nossos sobrinhos, filhos ou parentes são os melhores da sala de aula, ou já sabem melhores do que nós mexer no celular ou tablet ou falam coisas que ninguém ensinou a eles e como podem ser tão inteligentes?

    O que paro pra pensar é o quanto enaltecemos dessa mesma forma, a criança que se compadece com o próximo, ou se preocupa sempre se o cãozinho que está na rua tem comida ou está com frio, ou ainda se é uma criança que gosta de dividir o brinquedo com os amigos ou se gosta de doar suas coisas.

    Será que estamos ensinando mesmo os valores certos, ou apenas criando pessoas preocupadas consigo mesma em saber falar várias línguas e procurando uma forma de conseguir o primeiro lugar em alguma competição, seja no vestibular, na natação, ou em qualquer outro lugar.

    Vejam bem, eu não sou contra nada disso, apenas estou tentando mostrar que existe um outro lado a ser ensinado as nossas crianças. E isso não é papel da escola, é papel nosso. Da família que convive no dia a dia. Quando pensamos num mundo melhor, a criança é a esperança certo?

    É ela quem vai provavelmente mudar muitas coisas que hoje não nos agradam, mas isso vai depender daquilo que você planta dentro dela.
    Se você quer mudar as coisas, tem que começar dentro da sua casa. Isso não quer dizer que não vai ensinar seu filho a se defender ou ser bom em alguma coisa, mas os valores que mais fazem falta hoje em dia é o sentimento de amor, perdão, cuidado, carinho, igualdade e principalmente felicidade.

    Ensine seu filho a ser feliz! E o equilíbrio interno vai fazer com que ele sinta isso sem grandes esforços. Ensinar que existe um tempo para cada coisa, e que existe coisa mais importante que se matar de trabalhar para adquirir bens já é meio caminho andado. E ensiná-lo que apesar de isso tudo aqui ser uma selva, a gente não precisa usar o salve-se quem puder para sobreviver.

    Ainda existem outros caminhos, que vão poupá-los do estress e da frustração por não conseguir determinada coisa que todos correm tanto atrás. Ensiná-los que a saúde física e mental é mais importante que a ambição. E que ele continua sendo amado e tem muito valor por ser único neste mundo.

    Eu sou a favor de um mundo infantil com mais brincadeiras e menos forçação de barra. Sou a favor também de ensinar a criança a se preocupar com o próximo, porque assim ela será doce e não “gênio forte” como muitos gostam de frisar quando as vezes, o egoísmo passa dos limites e ela não aceita determinadas coisas.
    Sou a favor sim do encantamento e da ingenuidade, porque essa fase nunca mais vai voltar, e que as responsabilidades sejam ensinadas de uma forma que não se tornem obsessão por perfeição, porque não existe nenhum ser “perfeito” em tudo que faz. 

    Sou a favor da criança que é criança e que determinadas preocupações fique no mundo dos adultos que no tempo certo saberão a hora ideal de passar adiante a carga.

    E você? O que pensa sobre isso?


    Me conta nos comentários.

    Bjus

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  • Praticando o desapego
  • Coloque o pé no freio
  • Pense no amanhã
  • 09/01/2015

    Oi amores, tudo bem?

    E este é nosso primeiro post de motivação do ano ;). E gosto muito de falar sobre isso na sexta feira para ajudar na reflexão dos nossos atos no final de semana, que é quando estamos descansados e fazemos melhores escolhas.

    Ja repararam que o caminho dos sonhos é um rumo que todos nós trilhamos sozinhos?

    Quando iniciamos uma jornada, seja para emagrecer, fazer uma faculdade, vencer um medo, desafiar um limite, concluir um projeto de vida, essa luta é única. Portanto, detemos todas as opções cabíveis para chegar ao nosso objetivo.


    Responsabilizar o amigo, o irmão, o marido, a mãe, a sogra, o chefe ou o ambiente que vivemos não explica a nossa falta de fé em nos mesmos.

    É importante lembrar que sempre existem atalhos no meio do caminho, mas que muitos deles são uma grande furada.

    O remedinho que ajuda a inibir o apetite pode ser um grande problema na sua vida. A proposta ou oportunidade de puxar o tapete do outro para o seu crescimento, por mais tentadora que possa parecer, não se esqueça que para cada escolha há sempre uma consequência. O jeitinho brasileiro que temos e tentamos dar em tudo, como por exemplo estacionar no local para idosos ou deficiente “rapidinho” pode ser a sua esperteza hoje, mas amanhã pode ser você, ou pior seus pais precisando justamente dessa vaga, e você vai lembrar. Ahhh, e lembrar que aceitamos esses pequenos atalhos que foram responsáveis por prejudicar alguém,  dói, ah se dói!

    O que quero dizer, é que por mais que ninguém entenda onde você quer chegar, olhe fixamente e vislumbre seu destino, do jeito que você quer. E isso vai te dar forças para não parar, e a opinião alheia sobre seu modo de agir, sem aceitar os atalhos, ainda que tudo seja mais difícil, pode ser interpretada como quiserem: medo, fraqueza, falta de esperteza, entre outras coisas.
    Mas você sabe a sua verdade, o seu caminho e sabe também, que fazendo as coisas corretamente, sem atalhos e com muita garra e persistência, o seu sonho irá se concretizar.

    É simples assim!

    Grande bju e tenham um ótimo fim de semana!

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  • O minimalismo me pegou de vez
  • Adeus Ano Velho
  • A tal segunda feira
  • 01/01/2015
    Ahhhh que delícia, eu adoro início de ano!
    Uma folha branquinha pra começar a escrever mais uma parte da nossa história.

    Ainda mais que estou cheia de esperança de que este ano será melhor que o ano passado. E como todos os anos eu tenho sim as minhas listinhas, meus planos e metas, porque isso é que move a minha vontade e me dá energia para que tudo seja muito melhor.
    Vou enumerar aqui algumas coisinhas que vou fazer este ano pra vocês. Nada muito absurdo, mas são coisas que tenho em mente e escrevendo aqui, vou sempre me lembrar de “onde estou” e quanto falta pra chegar lá.
     1. A primeira coisa que quero, e vou fazer um post pra vocês sobre isso, é me dedicar a atividades que me trazem paz e tranquilidade e optei pela Yoga. Quero aprender a me desligar desse mundo louco, do barulho, do stress do cotidiano. Estou muito animada com isso!
    2.  Quero emagrecer 5 quilos, os mesmos que por motivos que já contei AQUI, engordei ano passado. Um novo ano, uma nova rotina (menos turbulenta) vão me ajudar.
    3. Vou fazer um curso de Photoshop. Há anos tenho essa vontade, porque eu adoro esse tipo de coisa, fotografia, arte, imagens, mas sempre adiei tudo isso, pois para a minha profissão, não acrescentava em nada. Mas agora, vou fazer tudo que eu gosto e tenho vontade, independente se vai ser bom para a minha vida profissional ou não, quero e vou fazer aquilo que gosto e me faz bem. E adivinhem? Já estou matriculada, (ihuu) aliás, ansiosíssima pra começar.
    4. Quero ler mais livros. Sempre gostei, e ano passado, mal tive tempo de abrir 2 ou 3 deles.
    5. Quero andar mais de bicicleta. Gosto muito da sensação do vento no rosto, e agora com as bikes aqui em casa ficará mais fácil.
    6. Quero diminuir ainda mais o consumo de industrializados e carne vermelha na minha vida. Meu objetivo não é me tornar vegetariana, porque eu gosto e acredito que preciso de carnes, mas sei que a digestão dela é mais lenta e minha intenção é cada vez mais deixar meu corpo mais “leve”.
    7. Quero ver mais filmes e séries. Coisa que eu amo fazer, e fiz pouquíssimo em 2014, e vocês já sabem essa parte da história.
    8. Quero ser cuca fresca, e aprender a não esquentar a cabeça, porque isso não adianta nada.

    9. Quero receber mais amigos e família em casa, porque não teria objetivo nenhum comprar uma casa maior se não fosse para receber mais alegria e amor.
    10. Quero cuidar do meu blog com mais carinho e fazer muitas receitinhas em vídeo pro nosso canal, e assim, nos aproximarmos ainda mais. Eu amo muito isso aqui.
    11. Quero cuidar mais da minha pele, porque sempre deixei isso para a última coisa da lista. Meu cabelo, unhas, roupas, sempre vieram à frente. Mas sinto que preciso mesmo cuidar da pele, principalmente do rosto, porque afinal de contas, não sou mais uma menina de 20 anos né? Rs
    12. Quero principalmente ter um ano mais tranquilo, e vou me cercar de tudo que puder para sentir paz e calmaria. E sei que grande parte disso começa dentro de mim mesma. Vou trabalhar principalmente a minha cabeça para lidar com as dificuldades sem ansiedade e stress. Tudo tem seu momento, devemos trabalhar sim, mas na medida do possível, porque de nada adianta se desesperar. Um coração tranquilo saberá tomar as melhores decisões e aceitar com sabedoria o que tem que ser.

    E vocês? Quais são as suas metas para 2015?
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  • Nova academia
  • Minha vida e a atividade física
  • Cadê a Vanessa?
  • 22/12/2014
    Eita 2014, que ano difícil não acham?

    Pelo menos pra mim e para a maioria das pessoas que eu converso a respeito.
    Mas penso também que todas as dificuldades vem pra nos fazer pessoas melhores não é mesmo? E hoje aprendi a agradecer também os momentos mais duros que nos dão maturidade e nos fazem crescer. É como se aprendêssemos na marra a ser mais tolerantes, menos ansiosos, e buscar também um pouco de alimento pra alma.
    O ano de 2014 foi de muito trabalho e dedicação com pouquíssimo descanso pra mim. E por ter tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo e eu sempre claro, querendo dar conta de tudo, pensei que ia pirar. Teve a venda do apartamento tão repentinamente, quando achávamos que ainda ia demorar, tudo aconteceu muito rápido. Daí, financeiramente tive que me adaptar para a aquisição e um novo, isso me exigiu dispensar alguns supérfluos como por exemplo, a mão de obra da faxineira que quebrava uma galhão pra mim. Tive que fazer marmitas também pro marido pra sobrar mais uma graninha no orçamento.
    Foi um ano de escorregão legal na dieta como já contei AQUI, e no segundo semestre quase desisti da faculdade. Não era bem desistir, iria apenas trancar por um semestre pra depois voltar. Tenho mania de querer ser perfeccionista nas coisas que faço e isso hoje, encaro inclusive como um defeito terrível, porque atrapalha demais a vida. Tenho consciência que ninguém tem o controle de tudo nas mãos, somente Deus! Não somos perfeitos e em muitos casos, vale mais relaxar e deixar fluir do que se preocupar tanto, afinal, quando estamos no caminho correto, tudo acaba se ajeitando.
    Agora aqui na minha rede escrevendo esse post, já na casa nova, concluí mais um semestre na faculdade e o planejamento atual são as festas de fim de ano com a família, sou grata por tudo que aconteceu e reconheço que sem esforço e dificuldade não há colheita de vitória.
    Agradeço ao universo por tudo que passei e apesar de ter momentos que pensei em “jogar a toalha”, estou muito feliz pelas conquistas de 2014, e desejo do fundo do meu coração que de hoje em diante eu possa ser menos “encanada” e curtir mais e me preocupar menos. Afinal, se este ano foi tão difícil com tudo que aconteceu, agora eu quero relaxar e curtir, porque é isso que as pessoas deveriam fazer, logo após dar duro pra conquistar o que querem, desfrutar do presente, porque é só por isso afinal que tudo vale a pena!
    Um feliz Natal e um ano Novo cheio de amor, saúde, paz, prosperidade carinho pra todos vocês que me acompanham por aqui!

    Que Jesus esteja sempre em seus lares e corações!

    Um grande beijo 😉

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  • Por um mundo com mais autenticidade e menos Photoshop
  • O minimalismo me pegou de vez
  • Coloque o pé no freio
  • 26/09/2014
    E de repente, na casa dos 30 anos, eu começo a dar mais importância a assuntos feministas, e me dar conta do quanto nós mulheres somos “seduzidas” por imagens perfeitas que a mídia nos impõe. Este post foi inspirado no vídeo que conheci através do blog Vida Minimalista, e você pode acessar o post diretamente por aqui e assistir o vídeo.

    A palestrante é uma mulher que luta há anos contra essa ditadura de beleza e padrões impostos a nós mulheres. No vídeo, ela diz que muitas atrizes de Hollywood , inclusive, já declararam não se reconhecerem nas fotos de revistas. Quem quiser assistir o vídeo, acho interessantíssimo e com uma riqueza de informação sobre essa inversão da nossa imagem. 
    Mas continuando aqui minha reflexão, eu posso dizer que há alguns anos, antes de conhecer a reeducação alimentar como estilo de vida, eu fui leitora assídua desse tipo de revista. Esperava ansiosamente para ver quem era a celebridade da vez que iria estampar a capa. Sempre uma mulher belíssima, com curvas, pele, cabelo, maquiagem e roupa perfeita. Na maioria dos casos, fotos de biquínis e maiôs, nos instigando a comprar a revista e conhecer o segredo de beleza que faz a “bela ser tão bela”.
    O que eu não havia ainda reparado, ou porque não me importava mesmo, ou porque estava tão cega, é na quantidade de imagens dentro da revista de “mulheres padrões”.
    As publicidades de sapatos, bolsas, cosméticos, roupas são sempre ilustradas por mulheres iguais. Seguindo a linha de magreza, beleza e simetria idênticas.
    Não há nada de diferente. Não há nada de novo. E nem de longe aquele tipo de imagem representa a realidade de mulher que somos.
    Eu não estou dizendo que somos feias, mas digo que nenhuma daquelas fotos foi tirada e impressa sem o tratamento de imagem necessária que esconde as nossas “imperfeições”, ou devo dizer “realidade”. Eu sei que gostamos de contemplar coisas bonitas, e talvez se não houvesse esse tipo de recurso, as editoras não venderiam a quantidade de exemplares que vendem.
    Compramos porque gostaríamos de atingir aquele nível de perfeição, inspiração mesmo. Mas se todas nós sabemos que não é real, que todas as mulheres tem “irregularidades” no corpo, porque não nos apresentam essa mulher real, e nos fazem ver que não deixam de ser bonitas só porque tem sardas ou espinha, ou um cabelo naturalmente bonito, sem a necessidade de horas no salão?
    A cantora Pop Demi Lovato, que inspira muitas meninas por ser um ícone da sua geração, dia desses postou uma foto, em que comparava suas fases na carreira em relação a imagem. Ela que enfrentou problemas de distúrbios alimentares desde muito nova, sentiu na pele essa pressão, que felizmente tratou a anorexia e bulimia, e hoje aceita sua imagem e sente- se muito mais feliz com o corpo que tem, e livrou-se daquela guerra com a aparência.
    A minha campanha aqui não é contra a aquisição da revista, mas para que nós tenhamos um olhar mais crítico em relação a realidade e que saibamos reconhecer nossos pontos fortes e principalmente ter mais amor próprio.
    Todas nós temos nossa beleza. Mesmo aquelas que não gostam de realçar com maquiagem e cosméticos.
    Eu só gostaria que ao invés de nos esforçarmos tanto para parecermos com a imagem criada no Photoshop, a indústria da moda e beleza fizesse o mínimo de esforço para nos mostrar um pouco mais de verdade.
    Talvez isso seja utópico, já que o marketing tá aí pra criar a ilusão e a necessidade na nossa cabeça de que usando determinado produto vamos “parecer” com aquilo que está sendo apresentado. Falo isso com propriedade desse assunto, pois apesar de não exercer essa profissão, foi isso que eu aprendi na minha primeira faculdade.

    Eu gosto de publicidade, mas acho que tá faltando uma revolução aí. O mercado precisa ser mais autêntico e menos “igual” na minha humilde opinião de consumidora que já cansou de ver a mesma cara de mulher perfeita de revista, no final da contas todas somos representadas com essa mesma cara embonecada.
    Bom seria poder ver diferentes tipos de beleza, com cara de gente real e nem por isso, menos linda!
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  • Um docinho todo dia – isso pode ser normal
  • Que valores vamos deixar as nossas crianças
  • Praticando o desapego
  • 04/09/2014

    De vez em quando eu recebo uma mensagem de alguém, carinhosamente me perguntando porque eu sumi das redes sociais. E realmente eu fico muito feliz e lisonjeada em saber que minhas postagens fazem falta.
    Na verdade eu morro de vontade de poder postar todos os dias no instagram e facebook principalmente, momentos que vejo que tenho algo importante pra falar. Seja sobre dieta, seja uma dica ou qualquer coisa assim.
    Mas durante muito tempo eu fiz um esforço danado pra conseguir conciliar o trabalho, a casa, a faculdade, o blog e ainda as redes sociais.
    E são essas, as redes sociais que roubam a maior parte do nosso tempo sabiam?


    Você entra, despretensiosamente para postar algo, daí seu feed de notícias te chama pra ver uma foto, e outra e outra, e quando você percebe está ali há mais tempo do que havia planejado.
    Sem contar no WhatsApp, hoje em dia temos tantos grupos diferentes, do trabalho, da escola, da família, de amigos, e se você entra apenas para dar um bom dia, não consegue mais sair.

    As redes sociais de fato roubam muito tempo da nossa vida real. E quando você percebe que isso está acontecendo, é porque já está surtando com tantas coisas acumuladas que pretendia fazer e não conseguiu.
    Foi partindo desse princípio que comecei a desconectar-me um pouco.

    No início, é muito estranho, parece que está faltando algo, e você tem a sensação de estar perdendo alguma coisa que está acontecendo.
    Esse fenômeno já é tema de estudo e foi publicado no New York Times com a sigla FOMO (fear of missing out), ou o “medo de ficar de fora”.

    A cada momento que estamos conectados e vendo as coisas que as pessoas estão fazendo e compartilhando, achamos que curtir, comentar é como se participássemos daquilo.
    Só que na verdade, não estamos participando. Estamos muitas vezes imaginando nossa imagem naquela praia, naquele restaurante ou balada que alguém acabou de publicar. E isso acaba consumindo nossa realidade.

    Sem perceber estamos inseridos num mundo virtual e a nossa realidade, nossos projetos, nossas coisas estão ficando “paradas”, se acumulando e quando você finalmente desconecta, o real está ali, nú e crú te esperando. E pior, se eram obrigações e coisas que deveriam ter sido feitas, dá muita raiva de si mesmo por ter perdido seu tempo.
    Você começa a ter a sensação de que enquanto todo mundo tá fazendo coisas legais, você tá cheio de obrigações chatas pra concluir e que a sua vida é uma droga.
    Só que a vida de todo mundo é cheia de coisas “chatas” também. Mas todo mundo sempre posta só um momento legal, inclusive você mesmo.

    É hora então de parar, refletir e desconectar-se um pouco da vida virtual. Se temos tantas coisas pra realizar e se cada obrigação que cumprirmos, significa que teremos mais tempo livre à frente para viver nossa vida real. Assistir um filme, fazer uma caminhada, visitar um amigo, cozinhar uma coisa legal, tomar um café ou ler um bom livro.

    O dia só tem 24 horas, e temos que fracionar o tempo das coisas para que possamos fazer tudo que gostaríamos. Se as redes sociais consumirem esse tempo de lazer, quando é então que vamos viver de verdade e fazer aquele tanto de coisas que cansamos de ver os outros fazendo e se divertindo?
    Isso só vai acontecer quando desligarmos. Desta forma, conseguimos organizar melhor a nossa rotina e finalmente viver.

    Minha dica é: DESCONECTE-SE e viva o que há de melhor. E fique tranquilo se no início tiver a impressão do “fomo”, é perfeitamente normal. Depois de enfrentar isso, verá que na verdade era bem o contrário. Quando estava inserido o tempo todo no mundo virtual, estava perdendo algo aqui do lado de fora! 😉

    Um bju

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  • Por um mundo com mais autenticidade e menos Photoshop
  • E se a comida fosse só comida?
  • Adeus Ano Velho
  • 03/09/2014
    Pois é, eu sempre fui uma pessoa um pouco organizada (digo pouco porque não era extremamente), e nunca gostei de ver coisas espalhadas pela casa. Saía enfiando tudo dentro dos armários e gavetas para me sentir melhor.

    Acho que herdei um pouco isso da minha mãe que além de tudo, tem uma leve fissura por limpeza, e eu que sempre reclamei da forma como ela fazia isso na casa dela, trouxe muito disso tudo pra minha.
    Primeiro de tudo, eu sempre morei em casa, mas ao me ver num apartamento de 62m², tive que aprender a otimizar espaços e doar muita roupa e sapato todas as vezes que uma peça entrava.
    O fato é que mesmo fazendo esse trabalho ao menos 4 vezes ao ano, muita coisa continuava lá e o pior, sem uso.
    Todas as vezes que eu arrumava o guarda roupa, ia embora no mínimo 3 sacolas grandes de coisas, mas mesmo assim eu continuava achando que ainda tinha muita coisa ali. Queria ver o espaço mais aberto, até pra poder escolher melhor as coisas que tinham e também porque a minha meta era ver a cor do fundo do guarda roupas (parece louco isso, mas sonho em ver) rs.
    Com a decoração da minha casa não era muito diferente, as paredes todas brancas, exceto pela parede atrás da TV que é um verde clarinho, e uma bege em relevo na sala de jantar, que já foi herdada dos antigos donos. Eu não mexia muito na cor da casa, porque apesar de achar bonito e alegre eu tinha medo de enjoar, e gosto de claridade, de luz, de tons pastéis.
    Acho meio claustrofóbico um ambiente com muitos objetos grandes e lustres enormes e muitos quadros e mesinhas pra bater as canelas.
    Eu achava que não tinha mesinha de centro pelo meu espaço em casa, mas agora eu sei que é porque eu realmente gosto de espaço e prefiro menos, a mais.
    E quando isso começou a entrar em outras áreas da minha vida, parei pra pensar porque essa necessidade estava tão aflorada em mim. Minha mochila de sair todos os dias com roupa de academia, chinelos para tomar banho, necessárie com sabonete para o corpo, para o rosto, perfume, cadernos (sim as vezes mais de um), maquiagem, sapato, além de estar detonando as minhas costas, percebi que poderia reduzir tudo aquilo e me livrar de coisas. Um sabonete basta para tomar banho na academia, o de rosto eu uso só em casa. Um caderno pequeno para todas as matérias basta, aquilo é só anotação, e em casa eu poderia passar para um caderno maior, e assim eu ainda estaria estudando.
    O sapato na mochila, totalmente desnecessário, deixo dois pares na gaveta do trabalho e ando o tempo todo de tênis. Eu não preciso mesmo carregar um sapato diferente todos os dias.
    A maquiagem, bom essa foi um caso a parte. Durante muito tempo eu me maquiava até no metrô (quando conseguia sentar), ou saia de casa atrasada para não ir de cara lavada. E os brincos, bijous, tenho caixinhas cheias deles, mas sempre comprava uma coisa nova e usava até enjoar e depois ficava lá encostado até eu comprar mais.
    Comecei a deixar pra me maquiar no trabalho, assim eu não saio atrasada de casa, e uso o básico, protetor solar, corretivo e rímel, e as vezes um lápis. Batom e blush ou apenas um protetor labial. Comprei os menores possíveis e também não carrego mais isso pra cima e pra baixo, deixo lá, e faço essa maquiagem em 4 minutos. Depois da academia não passo de novo, dali vou pra faculdade (de cara lavada sim) e depois para casa. Enfim, simplifiquei as coisas. E nos dias que não tô afim, não faço maquiagem nem no trabalho e passo o dia todo coma cara que Deus me deu. E no início, as vezes porque não deu tempo, ou porque não tava afim mesmo, e eu ficava achando estranho e me sentindo feia, agora, nem acho mais.
    Na minha cozinha nunca foi diferente, receita boa pra mim é a que fica pronta logo. Eu adoro cozinhar, mas não gosto de ficar horas lá na cozinha. Faço coisas de nível fácil e é por isso que nem preciso ter muitos equipamentos.
    Quando casei, ganhei muita coisa graças a Deus, e muitas delas nunca usei, são travessas grandes e que só serviriam para uma família grande. Lá em casa, é difícil receber muita gente para almoços, então tem muitas coisas guardadas. Algumas eu já doei, mas ainda tem muitas coisas lá que tô louca pra mexer.
    Essa ideia de reduzir as coisas não deixa mais o meu pensamento. E sabe de uma coisa? Eu estou tão feliz assim! Quando consigo doar mais alguma coisa e saber que tem um espaço sobrando, sinto como se tivesse me desfazendo de algo que estava me atrapalhando.
    A simplicidade está abrindo muitos espaços na minha vida, coisas que estavam me impedindo de ser realmente o que sou, e agora estão tendo utilidades de verdade para outras pessoas.
    Vou voltar aqui com post pra vocês enumerando as pequenas atitudes que tomei  em casa e que estão abrindo espaço para a felicidade entrar! J

    bjus
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  • 01/09/2014
    Desde o início deste semestre, resolvi ter uma relação mais tranquila com a comida, sendo um pouco mais tolerante com determinados alimentos, como já falei mais sobre isso neste post aqui.
    Parei pra pensar, se quando eu não conhecia nada deste universo sobre alimentação saudável, e me alimentava com mais comida e menos bobagens na casa da minha mãe, porém, comendo arroz e pão branco (porque o integral nem era conhecido nesse tempo), eu tinha uma saúde normal e um peso adequado, porque eu não tinha acesso a nada disso que se fala hoje o tempo todo. E por que é que eu não tinha sobrepeso?
    Bom, eu sei que quando mudamos o estilo de vida, é claro a alimentação evolui com isso também, para poder nos atender melhor em nossas tarefas, até porque hoje somos muito mais sedentários e precisamos lançar mão de alguns alimentos que dão uma mãozinha pro intestino e pra nossa rotina.
    Mas será que determinados alimentos que “riscamos” completamente do cardápio não nos pode fazer falta em nenhum momento da nossa vida, e por isso nos tornar uma pessoa compulsiva?
    Na aula de transtornos alimentares, minha professora batia na tecla de que ao reeducar um paciente, deveríamos incluir todos os itens da pirâmide alimentar em sua dieta, inclusive os doces, que ficam no topo e devem ser consumidos com moderação. Ou seja, um docinho por dia, uma porção. Isso fará com que a pessoa não tenha períodos de abstinência e no momento que ela experimentar daquele nutriente, não caia no desejo desenfreado por aquilo, a tão temida compulsão alimentar.
    E comer um pedacinho de chocolate todos os dias, talvez não evitaria aquele ataque a uma barra inteira no dia que você não se segurou, e aí se foi todo o esforço que fez durante um tempo?
    Se você ainda está no processo de emagrecer, eu sei que precisa ter um pouco mais de critério, mas talvez se você escolhesse incluir no cardápio todos os dias uma fraçãozinha ou um pedacinho daquilo que você mais gosta, isso não seria um problema para você no futuro.
    Eu passei a  incluir duas barrinha desta de 5g de chocolate cada uma, todos os dias na minha dieta.

     Primeiro porque isso não vai me engordar, e depois porque meu cérebro está acostumado que terá seu chocolatinho religiosamente. Isso além de dar um pouquinho de glicose no sangue, e serotonina no meu dia, faz com que eu não tenha uma crise de compulsão no dia que eu sinto muita vontade, e ataque uma caixa de bombom inteira de uma vez. O que não é bom nem pelas calorias e nem pela quantidade de açúcar que entra no sangue naquele momento.

    O que posso dizer é que já faz quase quatro semanas que eu adotei essa prática e bingo! Realmente acabou o ataque desesperador ao doce.
    Meu corpo sabe que terá um momento do dia que vou oferecer aquilo pra ele, e daí se contenta e pronto. Fico satisfeita com um pedacinho além de ter mandado embora aquela culpa por ter comido algo “proibido”, sendo assim, eu me sinto bem melhor. É permitido pra mim, então está tudo bem.
    E nos dias que estou com vontade de outra coisa, eu também como. Escolho uma porção pequena, e sei também que não devo comer aquilo todos os dias. Mas está sendo ótimo isso pra mim. Saber que não tem nada “proibido” na minha dieta.

    Além de me livrar do fantasma da culpa e do medo de engordar, eu acabei com a minha compulsão. Se eu estou com vontade apenas como, e não me entupo daquilo com aquele pensamento de “é melhor aproveitar agora porque depois não pode mais”. Isso acabou, e eu me sinto feliz e uma pessoa normal também, de bem com a comida.

    Eu entendo que quem precisa ainda emagrecer, talvez não tenha chegado neste ponto, de incluir essas “bobagenzinhas” na dieta. Mas procure seu nutricionista se sentir que tem uma necessidade muito grande e se perceber que essa restrição está desencadeando a compulsão em você.

    Espero que este depoimento tenha te ajudado a entender que é normal passar por isso, principalmente se você já atingiu o peso que queria com reeducação alimentar e atividade física, e que também é importante descobrir o caminho para acabar com a compulsão e ataques a comida.

    bjus

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