17/05/2017

Oies!!

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Poderia ficar horas aqui justificando minha ausência, mas não há explicação melhor que a do título. E se você for mãe, principalmente de primeira viagem vai me entender. Se for mãe de mais de um, com certeza, já aprendeu a ser mais relax e talvez multi tarefas, eu ainda estou engatinhando nessa parada.

Mas gente, o fato é que chegamos aos 6 meses dessa viagem intensa e doida que é a maternidade. Digo isso porque é sim a coisa mais incrível que já aconteceu na minha vida sem dúvidas, mas é também a mais exigente e difícil as vezes.

Graças a Deus meu filho é um ser incrível, saudável and lindo rs, toda mãe acha isso, e com certeza eu não sei dizer o que era a minha vida antes dele.

Muitas coisas mudaram aqui, inclusive mentalmente eu posso dizer que evoluí pra caramba. Incrível como um serzinho tão pequeno pode modificar tanto a nossa vida, pra melhor é claro. Gabriel veio acalentar meu coração e colocar fim à um monte de dúvidas e questionamentos que eu tinha na vida.

Ah se antes eu me perguntava “pra que” determinadas ações, hoje eu sei que ele é a resposta para praticamente tudo.

Ao longo do caminho, vou ter tempo de discorrer aqui sobre esse outro olhar pra vida que ele me deu.

Por enquanto, vim aqui dizer que será impossível não falar sobre maternidade neste blog que carrega vários pensamentos e convicções minhas.

Quero falar não só da alimentação de uma criança (que sempre foi o foco deste blog), mas de tudo que cerca esse mundo vasto e maravilhoso de uma mãe, pelo olhar real da coisa.

Espero que vocês possam curtir, se inspirar e principalmente se identificar com tudo que tenho pra falar.

Por enquanto, vou ali dar um mamá, e em breve voltamos com a programação normal pós licença maternidade.

Grande bju

 

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  • 15/05/2016

    Olá amores!
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    Eu sempre quis ser mãe, apesar de muita gente achar que não, sabendo que aos 32 anos e casada há 6, quando alguém me perguntava quando finalmente eu iria engravidar, as vezes a resposta era até indelicada eu reconheço. Isso porque não gosto de cobranças, e pelo fato de estar sim esperando o momento o certo, aquele que eu em que eu me sentisse preparada.

    Eu nunca quis ser mãe por ser, eu sabia que esse momento seria o mais especial e incrível da minha vida e não queria dividí-lo com outras coisas que eu julgava importante. Pra mim, ele precisava ser único e singular.

    Então como vocês sabem eu entrei numa nova faculdade há 4 anos e eu estava esperando acabar para engravidar. Agora falta apenas 1 mês e meio eu venho aqui contar a notícia mais importante da minha vida.

    Sim eu estou grávida! E feliz e radiante como nunca estive!

    Tive o cuidado e segurei a ansiedade pra contar para o mundo por vários motivos, e o que segurava tudo isso acredito ser o próprio instinto maternal. Descobri com 4 semanas de gestação, cedo eu sei, mas meu ciclo menstrual é bem regulado e eu desconfiei com 2 dias de atraso. Esperei o 5° dia de atraso para fazer o teste de farmácia, e bingo, confirmei o que eu já sabia e sentia. Enfim chegou o meu momento!

    A minha reação:

    A minha reação acho que é igual a de todo mundo. Você fica nervosa, meio sem saber o que fazer, tenta respirar, duvida do teste, acha que ele pode estar errado. Como eu comprei um teste de farmácia bem baratinho e a cor da linha que indica a gravidez era muito fraquinha, você acha que pode estar vendo coisas…rs É meio difícil acreditar logo de cara.

    Depois que respirei bastante, demorei mais de uma hora no banheiro, tomei banho em seguida e depois fui pensar em como contar pro meu marido, pois eu não queria que fosse só chegar e falar. Vi mil formas no google, mas todas iam demorar demais e eu resolvi colocar o exame dentro de um plastiquinho de presente e um bilhetino pro papai em cima do computador que é um lugar que ele toda hora usa pra trabalhar.

    Era uma sexta feira a noite, ele estava na cozinha fazendo um bolo. Terminou, sentou ao meu lado no sofá e  falava um monte de coisas, sobre sei lá o que rs, e eu só pensava, será que ele não vai olhar em cima do notebook e ver que tem algo ali? Homens não reparam em detalhes rs e eu tive que dar uma força, falei pra ele: O que é aquilo ali em cima do notebook?

    A reação dele foi incrível e linda, chorou, comemorou, me abraçou e foi então que eu chorei e caiu a minha ficha, nós estamos grávidos!

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    Como contamos para a família:

    O combinado foi primeiro acordar bem cedo no sábado e ir fazer o exame de sangue e contar aos nossos pais e o tio mais próximo dele.

    Como tínhamos um casamento neste dia, eu combinei com a minha mãe de passar na casa dela pra deixar umas coisas pra doação, logo após o casamento. Durante todo  a festa foi difícil esconder nossa alegria de todos os conhecidos, mas conseguimos, era a família primeiro.

    Compramos um sapatinho vermelho para meus mais, minha sogra e fizemos um cartãozinho no computador para os demais membros da família, tios e tias (somente os de casa). O cartãozinho tinha a foto de um bebê, pedindo que os titios preparassem os abaraços e carinhos pois ele estava chegando pra receber todos os beijinhos.

    A reação deles foi linda também, todo mundo se emocionou, primeiro neto de ambos os lados.

    Então pedimos a todos para não falar por enquanto e que esperassem o tempo de maior risco, conforme os próprios médicos orientam. Mas isso é bem particular, respeito quem conta pra todo mundo no mesmo dia e confesso que é difícil demais esperar, mas consegui fazer.

    No trabalho contei para meus superiores que precisam avisar no RH inclusive, e para umas 4 pessoas muito próximas e pedi que respeitassem minha vontade.

    Também contamos para mais alguns membros da família e só.

    O primeiro trimestre:

    Este é o momento mais delicado da gravidez, seu corpo está passando por muitas transformações, você tem sintomas físicos e psicológicos todos bem aguçados, mudanças de humor, sono, dores, enjoos, hora está feliz, hora está meio de bode, não consegue comer direito, é como uma montanha russa, altos e baixos, e acho que a questão da alimentação é a mais difícil, os enjoos dificultam essa parte.

    Minha médica pediu pra eu não me exercitar nesse período, mesmo eu sendo uma pessoa ativa há anos e eu respeitei tudo que ela me pediu.

    E isso é tudo muito particular, algumas mães não sentem absolutamente nada, e pasmem, você ouve por aí delas que gostariam de sentir…rs vai entender né? Deve ser porque elas gostariam de sentir na pele TUDO da gravidez, mas acreditem, se você é umas dessas, sinta-se privilegiada porque na realidade você vai curtir mais se não tiver os enjoos.

    A felicidade de contar ao mundo:

    Assim que cheguei no 12° semana fiz minha segunda ultrassonografia e constatando que tudo estava bem, era hora de contar pro mundo que nosso maior presente estava a caminho.

    Fizemos umas fotos e como minha barriga ainda é bem pequena, usamos um sapatinho pra representar.

    Foi uma felicidade imensa receber tanto carinho, tantas felicitações e tantos pedidos a Deus que abençõe nosso filho, se você me segue nas redes sociais, viu pimeiro essa foto aqui 🙂

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    Uma alegria incrível e Divina mesmo!

    Vou dividir aqui com vocês nossa trajetória e espero poder ajudar mamães com a minha experiência!

    Um grande beijo meu e do baby!

     

     

     

     

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  • Emagrecer e engordar, por quê?
  • Maternidade Maternidade
  • 10/04/2016

    Oi galera, tudo bem?

    Eu conheço muita gente que perdeu bastante peso mudando os hábitos alimentares e praticando atividade física. Assim como eu, pessoas que um dia viraram uma chave na vida e resolveram mudar aquilo que não o fazia feliz.
    Algumas pessoas sofreram com a obesidade a vida toda, outras apenas estiveram com sobrepeso, outras que engordaram apenas numa situação difícil que passaram na vida. E o que TODAS elas tiveram que fazer foi sair da zona de conforto e buscar uma mudança no estilo de vida pra poder ver o resultado que queriam.

    sanfona

    O fato é que, a grande maioria mesmo fazendo as coisas direito, sem dietas restritivas e sem loucuras, depois de um tempo, quando estavam próximos do seu objetivo não conseguem mais ir adiante, não chegando onde queriam e pior ainda, engordando novamente em muitos casos. Na maioria das vezes recuperam até metade do peso que eliminaram quando não chegam bem próximos do que eram.

    Já pararam pra se perguntar por que isso acontece?
    Bom, no meio deste caminho aí tem muitos motivos pra isso acontecer. Um deles é o fato de restringirmos muitos alimentos por muito tempo os alimentos considerados “lixos” para os praticantes da vida saudável. Eu acredito que restringir completamente os alimentos tidos como proibidos, não permitindo nem de vez em quando uma escapada, pode no futuro despertar a compulsão alimentar. Tive muitas discussões sobre isso na faculdade e ainda não foi comprovado cientificamente, mas existem estudos que falam que passar muito tempo em restrição pode despertar um desequilíbrio quando a pessoa volta a “experimentar” determinadas coisas e isso está ligado ao emocional também.

    Outra coisa que eu acho que pode levar a isso é o sentimento de não querer mais “ser diferente” em relação a alimentação. E vou explicar essa teoria baseada na minha experiência pessoal. Chegou um momento da minha vida que eu simplesmente “cansei” de me esforçar tanto pra tentar emagrecer os últimos 3 kg que eu tinha colocado como meta para mim. Eu simplesmente dizia não para qualquer coisa que eu imaginasse que não era um alimento saudável, carregava minhas marmitas para todo lado, treinava em todos os momentos possíveis para uma pessoa com rotina de Trabalho/academia/faculdade/dona de casa. Fazia tudo que era possível pra caminhar (gastar energia), até que comecei a me estressar com essa rotina, simplesmente porque eu não emagrecia mais uma grama. Estagnei e fazia tudo certo, numa loucura de exigir de mim mais do que meu corpo estava suportando, então comecei a pensar o seguinte: Pra que estou judiando tanto de mim desse jeito, se o resultado que quero não está aparecendo? Quer saber, quero ser normal como qualquer pessoa, quero experimentar um pedaço de bolo que um colega leva no trabalho, quero dormir até mais tarde no domingo já que acordo de madrugada a semana inteira, quero ter o direito de não ir pra academia no dia que tenho uma cólica que está me matando. Quero ser um ser normal, com o qualquer pessoa. E foi aí que pra mim, as exceções viraram regra, eu perdi o controle da situação, tive compulsão alimentar durante um ano inteiro e engordei 7 dos 9kg que havia emagrecido no início dessa jornada rumo a vida saudável.

    Passei pela luta novamente no ano passado e havia emagrecido apenas 3 kg, mas então entendi que essa loucura para nós mulheres nunca vai acabar. Hoje sou mais consciente, menos paranoica e mais “normal” em relação a tudo isso.
    Sei que tive um ano difícil em 2014 por conta da mudança de casa, reforma do apartamento novo, e por muitos outros motivos pessoais que me deixavam ansiosa e estressada. E é claro que esses últimos itens tiveram o maior peso em tudo isso.

    Mas então já se passou mais um ano e eu ainda estou justificando meu aumento de peso naquela época? Claro que sim, porque eles não se foram totalmente, só que hoje, tenho a noção que meus esforços foram direcionados para outras milhares de coisas que no momento são sim mais importantes do que manter um peso que eu coloquei na minha cabeça ser o ideal. Tenho poucos meses para o final da minha faculdade, estou fazendo estágio, relatórios, TCC, e continuo trabalhando 8 horas por dia no trabalho que sempre tive. Somando tudo isso, quer dizer que eu trabalho 14 horas por dia, e ainda tenho minha rotina pessoal normal de dona de casa e outras coisas que todo ser normal que não vive de lifestyle precisa fazer. Pensa bem se seria mesmo saudável eu pirar por causa de dieta e porque não consigo frequentar a academia como antes?

    O que quero concluir com tudo isso, é que aquela motivação do início, em algum momento passa, e acaba sendo substituída por algum projeto mais importante na sua vida, seja por alguma coisa no trabalho, na vida pessoal, profissional. Mudanças que vão temporariamente te direcionar para outro objetivo, e acredito que é isso que nos faz mudar o foco. E quando você transfere o foco da sua vida para outra coisa, é exatamente nisso que você vai ter mais sucesso.

    Quer dizer então, que você está falando que ou eu me dedico a vida inteira para isso, ou nem adianta começar porque em algum momento isso “vai quebrar”, e eu vou engordar tudo outra vez?

    Não é bem assim, pode ser que você consiga sim ser disciplinado o bastante para nunca deixar isso acontecer, ou que nunca aconteça nada tão intenso na sua vida, a ponto de de desestabilizar e elevar seu estress fazendo você querer desistir da sua rotina intensa.

    Ou pode ser que você está apenas atravessando uma fase que outra área da sua vida mereça mais um tiquinho da sua atenção e que assim que tudo isso passar, você vai voltar pra sua rotina de treinos e dieta equilibrada. A boa notícia é que você já conhece o caminho, e agora mais maduro saberá o que funciona, que talvez a restrição completa não te fará bem, que de vez em quando você vai querer dormir mais um pouquinho, e que terá semana que estará completamente motivado e em outras nem tanto. Muito bem, você é um ser humano normal, e com certeza as fases que passamos na vida são um grande aprendizado, e em cada momento haverá um objetivo e uma dedicação para isso.

    É importante não esquecer que saúde nem sempre está ligada ao peso, que a gente deve na verdade buscar de forma equilibrada praticar uma atividade física e comer alimentos saudáveis na medida do possível. Mas a cobrança a si próprio pra ser magro e saudável também pode te desestabilizar emocionalmente e isso também é prejudicial. Então é só refletir, que momento você está hoje na sua vida? A resposta dirá quando algo passou de prazeroso para sofrimento, e na minha opinião, o que te faz sofrer deixou de ser saudável.

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